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O médico plantonista de um hospital recebeu paciente idoso, 85 anos, com múltiplas comorbidades crônicas, incluindo diabetes mellitus, hipertensão arterial e insuficiência cardíaca congestiva. Após uma queda em casa, necessitou de correção cirúrgica de fratura de fêmur direito. Teve alta para casa no quinto dia de pós-operatório. Vinte dias depois, o paciente chegou ao hospital em estado grave e foi feito o diagnóstico de tromboembolia pulmonar e trombose venosa profunda de membro inferior direito. Apesar dos esforços da equipe médica, o paciente evoluiu para óbito após algumas horas de internação. A conduta mais apropriada é que a declaração de óbito seja preenchida pelo:
Médico legista após o encaminhamento do corpo ao IML – Instituto Médico Legal.
Médico plantonista, considerando que o diagnóstico da causa da morte foi assertivo.
Médico plantonista, com base nas informações disponíveis no prontuário médico e nas observações clínicas durante o atendimento.
Médico cirurgião, após revisão do caso com a equipe multidisciplinar do hospital para garantir precisão na determinação da causa do óbito.