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O manejo das anomalias faciais, tanto congênitas quanto adquiridas, exige uma abordagem diagnóstica e terapêutica integrada. Conforme o tema apresentado, assinale a alternativa correta.
A correção cirúrgica da hemifacial microsomia deve ser feita antes dos 2 anos de idade em todos os pacientes, independentemente da gravidade da deformidade, para otimizar o desenvolvimento maxilofacial.
A síndrome de Pierre Robin requer sempre traqueostomia neonatal para o manejo das vias aéreas, sem alternativa de tratamento menos invasivo devido à gravidade da micrognatia.
As anomalias adquiridas da articulação temporomandibular, como a anquilose, podem ser manejadas cirurgicamente em pacientes pediátricos, com alta taxa de recorrência e impacto na simetria facial e no crescimento mandibular.
Os pacientes com craniossinostose podem se beneficiar de técnicas minimamente invasivas quando o diagnóstico é feito antes dos 3 meses de vida, evitando a necessidade de grandes reconstruções craniofaciais.