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Um paciente com tuberculose pulmonar, que estava em tratamento com o esquema padrão há 40 dias (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol), interrompeu a medicação por 37 dias. Durante a consulta de retorno, estava assintomático, sem alterações no exame físico. Considerando as diretrizes atuais para manejo de abandono de tratamento, qual é a conduta mais adequada para esse paciente?
Solicitar baciloscopia e cultura de escarro para avaliar possível resistência e, caso positiva, iniciar tratamento para tuberculose multirresistente.
Reiniciar o tratamento padrão desde o início e orientar o paciente sobre a importância do tratamento supervisionado, visando garantir a adesão.
Retomar o tratamento no ponto em que foi interrompido, completando a duração total do esquema inicial, sem reinício.
Aguardar o resultado de um novo teste tuberculínico (PPD) para avaliar se o paciente permanece infectado, antes de reiniciar o tratamento.
Modificar o esquema inicial, incluindo drogas de segunda linha, devido ao risco elevado de resistência após abandono prolongado.