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Adolescente de 13 anos, proveniente de uma cidade do Agreste pernambucano, queixa-se de engasgos durante algumas refeições nos últimos 6 meses. Segundo ele, a frequência desses eventos está aumentando. Relata que a sensação é de que o alimento está ‘impactado na altura do pescoço’, necessitando ingerir muito líquido para o alimento ‘descer’. Queixa-se também de alguns episódios de dor abdominal periumbilical de leve intensidade e de um único evento de hematêmese discreta após um acesso de tosse pós engasgo durante um almoço com a família. Genitora do menor afirma que ele teve uma infância saudável e nega quaisquer outros sintomas. Pediatra decide solicitar uma endoscopia digestiva alta (EDA). O laudo macroscópico da EDA revelou: presença de anéis concêntricos (traquealização do esôfago) além de sulcos longitudinais e alguns exsudatos esbranquiçados em mucosa do esófago médio e distal.
Mesmo sem o resultado do histopatológico da mucosa esofagiana, assinale a alternativa que indica a principal hipótese diagnóstica que explica as queixas clínicas e os achados macroscópicos da EDA desse adolescente.
Doença de Crohn
Síndrome de Mallory-Weiss
Doença do refluxo gastroesofágico grau V
Acalásia secundária à Doença de Chagas
Esofagite Eosinofílica.