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Paciente feminina, 58 anos, portadora de doença venosa crônica avançada, apresenta úlcera ativa em região maleolar medial direita há 8 meses, com bordas irregulares e tecido de granulação, associada a eczema, lipodermatoesclerose e corona flebectática. Duplex scan venoso evidencia refluxo em veia safena magna com incompetência de veia perfurante maleolar medial calibrosa (4,2mm). Na avaliação pela classificação CEAP avançada e definição terapêutica, alternativa correta.
A presença de corona flebectática associada à lipodermatoesclerose classifica como C5,Es,Ad,Po, indicando tratamento endovascular da safena magna com oclusão química da perfurante.
A classificação C6,Es,As,Pr3 indica abordagem da perfurante incompetente por técnica de Linton modificada como primeiro tempo cirúrgico, seguida de safenectomia magna após cicatrização.
O diagnóstico C6,Es,As,Pr3,4 determina tratamento por termoablação endovenosa da safena magna com crossectomia, associado à ligadura subfascial da perfurante no mesmo tempo cirúrgico.
O padrão anatômico As,Pr3 com úlcera ativa requer embolização com espuma da perfurante sob guia ultrassonográfico antes do tratamento da safena magna para redução do refluxo local.
A classificação C6,Es,As,Pr3 associada a perfurante >4mm indica tratamento cirúrgico com ligadura epifascial da perfurante por miniflebo, precedendo a termoablação da safena magna.