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Paciente masculino, 62 anos, dialítico há 5 anos, apresenta fístula arteriovenosa (FAV) radiocefálica distal direita funcionante com fluxo de 1850 mL/min, medido por ultrassom. Evoluiu com edema progressivo de mão e antebraço nos últimos 2 meses, associado a hipertensão venosa distal e tempo de reenchimento capilar de 4 segundos. Angiotomografia evidencia estenose de 75% em veia subclávia direita e arco cefálico pérvio. Na definição da estratégia terapêutica baseada na avaliação hemodinâmica, alternativa correta.
A realização do teste de compressão digital da FAV com oximetria de pulso evidenciando aumento de 15% na saturação dos quirodáctilos indica hipertensão venosa isolada sem roubo arterial associado.
A manobra de elevação do membro com palidez palmar em 20 segundos, associada à pletismografia com amplitude de onda digital reduzida, sugere síndrome de hipoperfusão distal isquêmica.
O índice de resistência da artéria radial distal à anastomose maior que 0,5 na ultrassonografia doppler indica necessidade de redução do fluxo da FAV através de bandagem cirúrgica.
A pressão digital sistólica menor que 50mmHg associada a gradiente pressórico braquial-digital maior que 150mmHg caracteriza síndrome de roubo grau 2B, indicando revascularização distal com ligadura do arco palmar.
A aferição de pressão venosa dinâmica intra-acesso maior que 150mmHg durante punção da FAV, com queda inferior a 25% após desligamento da bomba, indica estenose venosa central significativa.