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Em um paciente que foi submetido a uma faringolaringectomia e que desenvolveu fístula faringocutanea, é correto afirmar:
Em todos os casos de fístula faringocutânea, deve-se iniciar nutrição parenteral.
Em fistulas menores que 1,0 cm de extensão, o tratamento conservador com antibióticos, curativos e compressão, associado à dieta exclusiva por sonda nasoenteral, pode resolver a intercorrência.
A presença de traqueostomia prévia não afeta a incidência de fistula faringocutanea.
Em pacientes com esvaziamento cervical bilateral associado, o manejo da fístula faringocutanea é facilitado.
Radioterapia prévia não é um fator predisponente para esse tipo de fístula.