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Desde a publicação da Classificação da OMS de 2016, os...

Desde a publicação da Classificação da OMS de 2016, os avanços clínicos e moleculares provocaram mudanças relevantes na estratificação de fases da leucemia mieloide crônica (LMC). Atualizações significativas concentraram-se especificamente na doença em fase acelerada (FA) e em fase blástica (BP). Isto foi acompanhado pelo advento de novas estratégias terapêuticas, destinadas a superar a resistência terapêutica aos inibidores convencionais da tirosina quinase (ITKs). De acordo com a Nova Classificação e Atualizações no Diagnóstico da LMC, assinale a alternativa que apresenta alterações associadas ao risco aumentado de progressão na LMC em fase crônica ao diagnóstico, de acordo com a Classificação da OMS de 2022.


A

Falha em obter uma resposta hematológica completa com o primeiro inibidor de tirosinokinase (ITK).


B

Aglomerados de pequenos megacariócitos (incluindo micromegacariócitos) com aumento de reticulina e/ou fibrose de colágeno.


C

Qualquer indicação de resistência a 2 ITKs sequenciais (excluindo causas explicáveis, como mutações resistentes no domínio da quinase).


D

Ocorrência de mutações compostas no gene de fusão BCR::ABL1 durante a terapia com ITK.


E

Desenvolvimento de novas anomalias cromossômicas adicionais.