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Paciente, sexo masculino, 8 anos, é levado pelos pais para avaliação psiquiátrica devido a queixas de desatenção, impulsividade e hiperatividade. Os sintomas estão presentes desde a pré-escola, mas se tornaram mais evidentes e prejudiciais após o ingresso no ensino fundamental. A criança tem dificuldades para seguir instruções, completar tarefas e se organizar, o que tem impactado negativamente seu desempenho acadêmico e suas relações sociais. Os pais relatam que o paciente tem um primo com diagnóstico de TDAH e que o pai também apresentava sintomas semelhantes na infância. Qual o próximo passo mais adequado para o manejo desse caso?
Recomendar psicoterapia cognitivo-comportamental como tratamento.
Realizar entrevistas para confirmar o diagnóstico e fatores contextuais.
Iniciar tratamento farmacológico com metilfenidato e orientação.
Solicitar avaliação neuropsicológica e exames de neuroimagem.