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O diagnóstico de asma é essencialmente clínico, mas a confirmação do diagnóstico deve ser dada pela espirometria.
A situação clínica acima descreve um quadro de intolerância alimentar sem maiores conseqüências para o paciente.
Entre as hipóteses que têm sido propostas para explicar o aumento da incidência de doenças alérgicas, destaca-se a hipótese da higiene, que vincula o aumento de doenças infecciosas ao aumento das doenças alérgicas.
A maioria dos adjuvantes presentes nas vacinas atualmente em uso induzem maior produção de citocinas de perfil TH2 e de anticorpos IgE, o que aumenta a predisposição de atopia em indivíduos vacinados.
Por ocasião da alta, a droga de eleição para o tratamento ambulatorial da paciente considerada são os corticosteróides por via inalatória, prescritos de modo contínuo.
No quadro em apreço, a gasometria é sugestiva de acidose metabólica descompensada.
A conduta preferencial, na ausência do teste adequado, é aplicar benzetacil e aguardar uma hora, mantendo-se o paciente em observação.
Na situação considerada, a gasometria é compatível com quadro de alcalose mista.
bradicardia.
Deve ser iniciado, imediatamente, o uso de antibioticoterapia de largo espectro, porque, como revelam o resultado do hemograma e o do raio X, esse paciente contraiu pneumonia.
Diante do quadro apresentado pela paciente, deve-se iniciar imediatamente a antibioticoterapia de largo espectro por sete dias, para serem evitadas complicações bacterianas.
Os basófilos, que têm estrutura similar à dos mastócitos, não liberam mediadores pré-formados durante a resposta inflamatória.
A melhor conduta no tratamento desse paciente é iniciar nebulização imediata com beta agonista de curta duração em doses adequadas, repetida três vezes com oxigênio e aminofilina endovenosa.
De acordo com a teoria que sustenta a hipótese da higiene, infecções virais e bacterianas são capazes de prevenir a indução de células TH2 alérgeno-específicas, produzindo citocinas de perfil TH1.
A aminofilina endovenosa não é mais usada de modo rotineiro na fase inicial da crise aguda de asma, devendo, portanto, ser descartada nesse período de tratamento.
O paciente apresenta, provavelmente, quadro de sinusite associada a rinite, diagnóstico que deve, obrigatoriamente, ser confirmado por raio X.
Na situação clínica em apreço, tem-se um quadro de urticária aguda, associada a angioedema, com potencial risco de vida.
O risco de reação fatal à penicilina é de 1 para cerca de 100.000 injeções.
O quadro clínico acima descreve tipicamente a fase imediata da reação alérgica, mediada por IgE.
Na situação considerada, a paciente apresenta crise aguda, com potencial risco de morte, devendo-se iniciar o tratamento imediatamente, em uma unidade semi-intensiva, com uso de beta2 agonistas de curta duração por via inalatória e oxigênio.