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O melhor exame para confirmar eventual complicação na saúde dessa paciente é o raio X de seios da face.
O melhor tratamento dessa paciente seria por meio do uso de descongestionantes nasais tópicos e corticosteróides tópicos por longos períodos asssociado à imunoterapia.
A hipótese da higiene é inconsistente para justificar o aumento das doenças alérgicas. Deve-se, para explicar esse fenômeno, recorrer à hipótese da transição epidemiológica.
Pela história pregressa relatada e de acordo com a classificação recomendada pelo Consenso Brasileiro de Asma, é correto afirmar que a paciente tem asma moderada.
O quadro clínico considerado descreve tipicamente a fase tardia da reação alérgica.
É possível que infecções virais na infância, como o sarampo e a hepatite A, que se caracterizam pela produção de interferon gama e indução de resposta TH1, possam levar a uma diminuição da atopia na vida adulta.
A gasometria da paciente é compatível com quadro de acidose mista.
Não há nenhum achado do exame físico, da história clínica nem do diagnóstico laboratorial que seja patognomônico de asma.
Quando ativados, os neutrófilos liberam uma variedade de mediadores, entre os quais se incluem um fator ativador de plaquetas e proteínas, tais como proteína catiônica neutrofílica, neutrófilo peroxidase e proteína básica maior.
Os granulócitos, que incluem eosinófilos, neutrófilos e basófilos, são assim chamados em razão de possuírem numerosos grânulos citoplasmáticos. Esses grânulos contêm mediadores pré-formados que geram vários efeitos na resposta inflamatória.
As citocinas diminuem a síntese de leucotrienos e prostaglandinas.
Esse paciente deve ser tratado imediatamente por meio do uso de corticóide endovenoso e fornecimento de oxigênio, para, em seguida, ser encaminhado à terapia intensiva.
As citocinas exercem atividade quimiotática para eosinófilos e basófilos, mas não, para neutrófilos, os quais não participam dessa fase da resposta inflamatória.
O paciente em apreço apresenta quadro clínico compatível com rinossinusite alérgica com complicação infecciosa.
O tratamento de escolha para o paciente em consideração é antibioticoterapia com sulfa ou cefalosporina por 7 dias.
O risco de choque anafilático é desprezível, não havendo necessidade de teste. Pode-se aplicar a medicação e dar alta imediata ao paciente.