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Homem, 62 anos, hipertenso e diabético (em uso regular de medicações para controle) fumou por 10 anos (parou há 6 anos). Há 2 meses, foi submetido a cateterismo cardíaco com implante de 2 stents pós-infarto agudo do miocárdio. Apresenta-se para avaliação pré-anestésica com vistas à realização de cirurgia de pequeno porte na mesma data.
Quanto ao estado físico, esse paciente é classificado em
ASA 1
ASA 2
ASA 3
ASA 4
ASA 5
Os cuidados pós-reanimação visam otimizar a ventilação e a circulação, preservar a função dos órgãos/tecidos e manter os níveis recomendados de glicose no sangue.
Foi ressuscitada uma criança gravemente doente; qual é o objetivo para a saturação de oxigênio?
100%
94% a 99%
92% a 94%
90%a 92%
Maior que 88%
Durante uma anestesia, o paciente de 56 anos apresenta um ECG com as seguintes características: FC irregular e ausência de ondas P antes do complexo QRS. Seu colega administrou metoprolol para o tratamento da arritmia.
A hipótese mais provável para o ritmo apresentado pelo paciente foi de
Flutter atrial.
Fibrilação atrial.
Taquicardia sinusal.
Taquicardia ventricular.
Taquicardia supraventricular.
A anestesia prejudica a capacidade do corpo de manter a temperatura corporal normal, e a hipotermia, além de ser um evento comum, está associada a eventos adversos.
Sobre os métodos de aferição da temperatura no intraoperatório, é CORRETO afirmar que
no método cutâneo, a medida é variável, mas precisa, dependendo do local. Correlaciona-se bem com a temperatura central.
o método esofágico é preciso, quando posicionado no terço superior do esôfago.
o método nasofaringeo é preciso, quando repousa sobre a parede posterior da nasofaringe.
quando a temperatura é aferida na membrana timpânica, esta não se correlaciona bem com a temperatura hipotalâmica.
o método de aferição vesical apresenta resposta temporal rápida e não é influenciado pelo fluxo urinário.
O estiramento e a compressão tissular são comumente considerados como associados a problemas relacionados com o posicionamento em pacientes anestesiados ou sedados.
Sobre as complicações relacionadas ao estiramento, é CORRETO afirmar que
a neuropatia ulnar é a neuropatia perioperatória mais comum.
nos membros superiores, o nervo radial parece ser mais lesionado por estiramento.
nos membros superiores, o nervo mediano é lesionado primariamente pelo compressão direta.
as neuropatias perioperatórias mais comuns nas extremidades inferiores envolvem os nervos fibulares e ciático.
nos membros inferiores, as neuropatias dos nervo obturador e cutâneo femoral lateral são as com maior impacto sobre a deambulação.