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A Escarlatina é uma doença febril aguda, comum em crianças entre cinco e quinze anos de idade. São manifestações comuns a presença de cefaléia, vômitos, prostração, exsudato brancoacinzentado em amídalas palatinas, petéquias em palato, úvula e língua com papilas avermelhadas e proeminentes (“língua em framboesa”), além de um exantema característico que se inicia na face e pescoço e posteriormente se propaga para o restante do corpo sendo mais proeminente nas dobras do corpo (“Sinal de Pastia”). Assinale a seguir o agente etiológico associado a esta patologia:
Estreptococos beta hemolítico do grupo A.
Estreptococos beta hemolítico do grupo B.
Estafilococcos alfa hemolítico do grupo A.
Estafilococcos beta hemolítico do grupo B.
A miocardiopatia induzida pelo estresse assemelha-se grandemente a um quadro de síndrome coronariana aguda, tanto nos sintomas quanto nos exames complementares. Como característica própria dessa doença, há a ocorrência de um grande e marcante estresse físico ou emocional, que precede o quadro clínico. Esta patologia é também denominada:
Síndrome de Takayasu.
Síndrome de Takotsubo.
Síndrome de Werner.
Síndrome de Wegener.
A conduta pós-natal imediata para um recémnascido que apresenta hidronefrose bilateral, grau IV, em US pré-natal é:
Solicitar TC de abdômen;
Solicitar resonância magnética de abdômen;
Solicitar cintilografia renal, uretrocistografia miccional, US de abdômen e antibioticoprofilaxia;
Iniciar antibioticoprofilaxia, solicitar US de abdômen e uretrocistografia miccional;
Iniciar antibioticoprofilaxia, solicitar TC de abdômen e uretrocistografia miccional.
Marque a alternativa CORRETA sobre o torcicolo congênito.
O diagnóstico é realizado através de TC da região cervical.
A alta frequência de parto pélvico das crianças acometidas sugere que a fibrose do músculo esternocleidomastóideo altera a posição do feto na cavidade uterina, impedindo a inserção da cabeça no canal de parto.
Tem uma incidência alta nos recém-nascidos, notando-se uma tumoração dura e indolor ao nível do músculo esternocleidomastóideo, nessa fase não se nota rotação da face para o lado do tumor.
O tratamento cirúrgico deve ser indicado em torno do segundo ou terceiro mês de vida, mesmo quando não há assimetria facial, consistindo em secção parcial das fibras do músculo esternocleidomastóideo em seu terço distal.
Na hidronefrose unilateral, com rim contralateral normal, a conduta CORRETA após o nascimento será a:
Confirmação da hidronefrose através da urografia excretora.
Confirmação da hidronefrose com ultrassonografia seriada, até um mês.
Solicitação de nefrograma radioisotópico e cintilografia renal no segundo dia de vida.
Observação clínica no primeiro mês de vida, somente.