Questões de Concurso sobre Cirurgia Vascular

 
 
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Para o clinico, a embolia pulmonar continua a ser um desafio diagnóstico e terapêutico importante. De fato, são relatados tromboêmbolos pulmonares em mais da metade de todas as necropsias. Ademais, essa complicação ocorre em 1 a 2% de todos os pacientes pós-cirúrgicos acima de 40 anos de idade. O risco aumenta com o avançar da idade, obesidade, tempo do procedimento cirúrgico, infecção pós-cirúrgica, presença de câncer e doença venosa preexistente. Os aspectos clínicos da embolia pulmonar aguda variam dependendo do tamanho do êmbolo, da higidez do paciente e de a embolização ocorrer de modo agudo ou crônico. A embolia pulmonar aguda está dividida nas seguintes síndromes:


I- Êmbolos pulmonares pequenos assintomáticos

II- Dispnéia e taquipnéia transitórias sem outros sintomas

III- Infarto pulmonar, com dor torácica pleurítica, hemoptise e derrame pleural

IV- Colapso cardiovascular com morte súbita


Está correto o que se afirma em:


A

I, II e III, apenas


B

III e IV, apenas


C

II, III e IV, apenas


D

I, II, III e IV

No que tange a doença carotídea e suas implicações, terapêuticas, assinale a opção correta.


A

Trombose de carótida aguda sintomática é uma indicação incerta de endarterectomia carotídea.


B

É indicação comprovadamente inadequada a endarterectomia em casos em que tenha ocorrido acidente isquêmico transitório (AIT) nos últimos 6 meses e seja detectada estenose carotídea de 50% a 69%.


C

Para pacientes assintomáticos (sem eventos) e com estenose acima de 60%, a endarterectomia carotídea tem indicação aceitável, porém não comprovada.


D

Disfunção do nervo laríngeo interno é a lesão do nervo craniano mais frequentemente observada como complicação da endarterectomia carotídea

A maioria dos linfangiomas cavernosos se localiza na região


A

retroperitoneal.


B

axilar.


C

mediastinal.


D

inguinal.


E

posterior do pescoço.

Em pacientes portadores de isquemia aguda de membros inferiores, o dado clínico mais relatado é a presença de


A

dor.


B

claudicação intermitente.


C

palidez.


D

parestesias.


E

impotência funcional.

O procedimento de Charles pode ser utilizado no tratamento do(a)


A

varizes da síndrome pós-flebítica.


B

insuficiência venosa crônica.


C

aneurisma da artéria poplítea na saída do canal de Hunter.


D

úlcera de estase venosa.


E

linfedema.

Com relação à doença vascular não aterosclerótica, o(a)


A

tromboangeíte obliterante acomete, preferencialmente, as artérias de médio e grande calibre.


B

arterite de células gigantes afeta principalmente os ramos da carótida externa.


C

aspecto angiográfico em “colar de pérolas” é patonomônico da arterite de Takayasu.


D

arterite de Kawasaki acomete, principalmente, o segmento ileofemoral.


E

displasia fibromuscular acomete mais frequentemente a aorta ascendente.

Para fins diagnósticos, teste de Roos pode ser utilizado para reproduzir os sintomas de pacientes com


A

síndrome do desfiladeiro torácico.


B

claudicação intermitente secundária ao comprometimento aortoilíaco.


C

doença de Buerger.


D

claudicação intermitente secundária ao comprometimento femoropoplíteo.


E

insuficiência da crossa da safena.

Na síndrome de Paget-Schroetter, ocorre trombose de esforço devido à compressão da


A

artéria braquial.


B

artéria poplítea.


C

veia subclávia.


D

veia safena externa.


E

artéria axilar.

Dentre as seguintes alternativas, qual NÃO é um fator de risco a ser considerado para Screening de estenose de carótida?


A

Doença arterial periférica.


B

Tabagismo.


C

Doença coronariana.


D

60 anos de idade.


E

Dislipidemia.

A pletismografia a ar é um exame que fornece muitas informações para o entendimento da insuficiência venosa crônica. Sobre os parâmetros da pletismografia a ar, assinale a alternativa correta.


A

Volume venoso funcional corresponde à variação de volume da perna que ocorre quando o paciente sai da posição ortostática para a posição supina.


B

Índice de enchimento venoso corresponde à relação entre o volume final na posição ortostática e o volume final na posição supina.


C

Volume de ejeção consiste na medida do volume de sangue deslocado com um único movimento de flexão e extensão do pé.


D

Fração de ejeção é o produto do volume de ejeção e do volume venoso funcional.


E

Volume residual é o volume de sangue restante na panturrilha após um movimento de flexão e extensão do pé.

 
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