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Relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Arterite de Takayasu.
2. Poliarterite nodosa.
3. Arterite de células gigantes.
4. Granulomatose de Wegener.
5. Púrpura de Henoch-Schönlein.
( ) Vasculite de grandes vasos comprometendo, preferencialmente, a aorta e seus ramos principais.
( ) Vasculite caracterizada por púrpura palpável principalmente nas extremidades inferiores associada a sintomas gastrointestinais e glomerulonefrite.
( ) Vasculite que leva à formação de microaneurismas que acometem praticamente todos os vasos do corpo, com preservação dos vasos do sistema nervoso central.
( ) Vasculite de vasos médios com frequente acometimento nasal ou oral e comprometimento da árvore respiratória.
( ) Vasculite granulomatosa que atinge, preferencialmente, os ramos da carótida como as artérias oftálmica e temporal.
1 – 5 – 2 – 4 – 3.
1 – 2 – 3 – 5 – 4.
1 – 4 – 2 – 3 – 5.
3 – 4 – 2 – 5 – 1.
3 – 5 – 4 – 2 – 1.
Quadros de oclusão arterial aguda são desafiadores ao cirurgião vascular, pois, mesmo após ter sucesso na revascularização, precisa saber manejar as repercussões da Síndrome de Reperfusão. Sobre essa síndrome, é correto afirmar que
sistemicamente acarreta acidose metabólica, hiperpotassemia, depressão miocárdica, insuficiência respiratória e insuficiência renal aguda.
a rabdomiólise leva à deposição de hemossiderina nos túbulos renais, provocando sua obstrução.
entre os parâmetros laboratoriais, está a elevação do pH, do CPK, do LDH e do potássio, que rapidamente poderá levar à parada cardíaca.
a síndrome compartimental deve ser tratada com fasciotomia apenas quando desenvolve a perda de motricidade do membro afetado.
a estimulação da diurese com manitol associado à sua acidificação minimiza a possibilidade de insuficiência renal aguda.
O tipo de aneurisma das artérias viscerais mais prevalente é o da artéria:
mesentérica superior.
hepática.
esplênica.
mesentérica inferior.
renal.
A vasculite necrosante que afeta os vasos de diâmetro pequeno a médio e que acomete classicamente o rim, junto com o trato respiratório superior e inferior, é encontrada na:
granulomatose de Wegener.
doença de Kawasaki.
doença de Behçet.
ergotismo.
poliarterite nodosa.
Sobre a confecção de acesso vascular com prótese, assinale a opção INCORRETA.
Se não há possibilidade de confecção de fístula autóloga, deve-se optar pelo uso de prótese.
As próteses de PTFE são o material de escolha para esse procedimento.
Há benefício comprovado que justifica o uso de prótese não aramada em detrimento das aramadas.
As próteses podem ser posicionadas de forma reta, em alça ou em curva.
A localização das fístulas com prótese é determinada pelas restrições anatômicas do paciente, expertise do cirurgião e duração estimada da terapia hemodialitica.
A causa mais frequente de claudicação intermitente em pacientes jovens é a:
degeneração cística da adventícia.
síndrome do aprisionamento da artéria poplitea.
aterosclerose precoce.
doença hematológica.
persistência da artéria ciática.
Durante a cirurgia de carótida, a manipulação do seio carotídeo produz quais das manifestações abaixo?
Hipotensão e bradicardia.
Hipertensão.
Hipertensão taquicardia.
Hipotensão e taquicardia.
Taquicardia.
Os miomas uterinos são os tumores benignos mais comuns em mulheres na idade reprodutiva. A apresentação clínica é muito variada e pode se manifestar com dor pélvica, hemorragia persistente com anemia, sintomas compressivos, aumento do volume abdominal e infertilidade. O tratamento endovascular através da embolização das artérias uterinas apresenta-se como uma alternativa terapêutica menos invasiva em pacientes com infertilidade e desejo de futura gravidez. Sobre a embolização de mioma uterino é correto afirmar:
As molas fibradas são os agentes embolizantes de escolha na embolização dos miomas uterinos, de forma a promover a oclusão troncular da artéria uterina.
São consideradas contraindicações à embolização uterina os leiomiomas subserosos pediculados, a doença inflamatória pélvica aguda e a neoplasia genital.
É rara a ocorrência de síndrome pós-embolização uterina, de forma que menos de 6% das pacientes desenvolve febre superior a 38ºC associada a dor, anorexia e mal-estar.
O sucesso clínico da embolização do mioma uterino tem baixos índices, proporcionando melhora do sangramento, da dor e dos fenômenos compressivos em menos de 50% dos casos.
Paciente masculino, 26 anos, obeso, encontra-se em acompanhamento com o serviço de urologia por apresentar quadro de lombalgia persistente e hematúria. Durante a investigação ambulatorial, realizou USG (ultrassom) de rins e vias urinárias que descartou nefrolitíase, neoplasia renal e de bexiga, mas percebeu que a veia gonadal esquerda encontrava-se bastante dilatada (calibre de 19mm) e refluxo severo. USG Doppler de veia cava inferior e veias ilíacas descartou trombose venosa ou compressão na veia ilíaca comum esquerda, mas observou achado sugestivo de afilamento pontual na veia renal esquerda, descartando-se que ela fosse retroaórtica. Diante dos achados clínicos descritos, assinale o item que contém os critérios ultrassonográficos para o diagnóstico da provável síndrome a ser investigada na paciente.
Redução do diâmetro (<3mm) da veia renal no local da compressão pela artéria mesentérica; relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 3; relação (índice) > 4 entre o diâmetro da veia renal na porção hilar e no local de compressão; varizes pélvicas com dilatação da veia gonadal esquerda superior a 6mm de diâmetro.
Redução do diâmetro (<2mm) da veia renal esquerda no local da compressão; dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior (diâmetro > 10 mm); relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 5; relação (índice) entre o diâmetro da veia renal na porção hilar e no local de compressão > 4.
Compressão na veia renal esquerda com diâmetro < 5mm; dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior (diâmetro > 8 mm); relação (índice) >2 entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão; circulação colateral venosa a partir da veia renal esquerda com dilatação das veias gonadal esquerda, lombar e suprarrenal.
Dilatação da porção hilar da veia renal esquerda antes do cruzamento com a artéria mesentérica superior com diâmetro > 7 mm; turbulência do fluxo no ponto de compressão da veia renal com velocidade sistólica superior a 110 cm/s; relação (índice) entre as velocidades da veia renal no local e distal à compressão superior a 3; circulação colateral venosa a partir da veia renal com dilatação das veias gonadal esquerda, lombar e suprarrenal.
O ultrassom com doppler se tornou o principal exame complementar utilizado na avaliação do paciente com insuficiência venosa crônica devido à sua boa sensibilidade e facilidade de realização. Qual dos seguintes achados não evidencia presença de refluxo patológico no segmento venoso estudado?
Veia perfurante com refluxo de 0,4 segundos.
Veia safena parva com refluxo de 0,7 segundos.
Veia femoral comum com refluxo de 0,9 segundos.
Veia safena magna em coxa com refluxo de 0,6 segundos.