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Não é critério diagnóstico de Síndrome Metabólica:
Presença de diabetes mellitus tipo 2.
Dosagem de LDL-colesterol.
Dosagem de HDL-colesterol.
Dosagem de triglicerídeos.
Tratamento para hipertensão arterial sistêmica.
O manejo do diabetes mellitus tem evoluído com o desenvolvimento de dispositivos de monitoramento contínuo de glicose (MCG) e novas terapias farmacológicas. Sobre o uso desses dispositivos e as novas terapias no diabetes, assinale a alternativa CORRETA.
Os dispositivos de monitoramento contínuo de glicose são indicados exclusivamente para pacientes com diabetes tipo 2 que não utilizam insulina.
Os agonistas do receptor GLP-1 são utilizados no tratamento do diabetes tipo 1 para estimular a secreção de insulina endógena.
O uso de sistemas integrados de MCG e bombas de insulina permite a administração automatizada de insulina, melhorando o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 1.
Inibidores do SGLT2 são contraindicados em pacientes com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular estabelecida devido ao aumento do risco de eventos cardiovasculares.
O monitoramento contínuo de glicose elimina completamente a necessidade de autoconhecimento e educação do paciente sobre manejo do diabetes.
Paciente do sexo feminino, 35 anos, apresenta ganho de peso central, face arredondada, fraqueza muscular proximal e estrias violáceas no abdome, evidenciando Síndrome de Cushing. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de cortisol e ACTH.
Assinale a opção que, nesse caso, indica a causa mais provável da Síndrome de Cushing.
Adenoma adrenal.
Hiperplasia adrenal.
Adenoma hipofisário.
Uso crônico de corticosteroides.
Carcinoma adrenal.
Paciente com diabetes mellitus tipo 2 iniciou uso de insulina NPH 10UI ao deitar-se. Não há dados relevantes ao caso em relação a medicações orais em uso, comorbidades, complicações ou sinais de alarme. Uma semana depois do início da insulina, voltou para consulta na Unidade Básica de Saúde com glicemia capilar de 50mg/dL em jejum. A conduta adequada a ser adotada nesse caso é
suspender a insulina e otimizar esquema de hipoglicemiantes orais.
reduzir dose de insulina em 2UI.
manter dose de insulina e prescrever reforço alimentar à noite.
aumentar dose de insulina em 2UI.
trocar insulina NPH por esquema com insulina regular.
Sobre o Diabetes Mellitus assinale a alternativa correta:
No momento do diagnóstico de DM tipo II deve rastrear dislipidemias, realizar a pesquisa de neuropatia diabética com monofilamento, encaminhar ao oftalmologista para avaliação de fundo de olho. Deve-se orientar cuidado integrado dos pés, incluindo cuidados podiátricos com profissionais capacitados, calçados adequados e educação estruturada sobre a autogestão e autocuidado com os pés, com frequência de 1 a 3 meses.
No tratamento da dor neuropática a Gabapentina tem recomendação nível de evidência A. Deve-se associar benfotiamina e ácido-alfa lipóico. A meta terapêutica para a Hemoglobina glicada é < 6,0% em adultos, em idosos com múltiplas comorbidades pelo risco de hipoglicemia o alvo terapêutico é <7,0%.
O tratamento medicamentoso da Diabetes Tipo II obrigatoriamente deverá conter insulina de longa ação, sendo opcional o acréscimo de insulina de ação rápida pós prandial.
A metformina é o tratamento de primeira escolha em pacientes com Diabetes Gestacional. Deve-se atentar para a deficiência de vitamina D decorrente da medicação.