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Um paciente apresenta um quadro grave de dislipidemia e o médico considera o uso de tratamento medicamentoso. Das opções abaixo, qual fator de risco para miopatia ESTÁ ASSOCIADO ao uso de estatinas?
Hipotireoidismo.
Diabete.
Obesidade.
Hipertrigliceridemia.
A hipoglicemia é o distúrbio metabólico mais comum entre os neonatos. Nesse contexto, analise as proposições a seguir:
I-O glicogênio é a principal fonte energética do neonato e sua reserva hepática é maior que a dos adultos.
II-Recém-nascidos, filhos de mães diabéticas, devem ser avaliados com 1, 2, 3, 6, 12 e 24 horas de vida. Após essa etapa, a cada 8 horas, até 72 horas de vida.
III-Em pré-termos, quando há ausência de glicose, o recém-nascido responde à hipoglicemia com liberação de corpos cetônicos e ácidos graxos.
É correto o que se afirma em:
III, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I e II, apenas.
II, apenas.
Para a confirmação diagnóstica da resistência à insulina, podem ser realizados a dosagem sérica de insulina e o cálculo do índice HOMA- IR (homeostasis model assessment). Sobre esse assunto, pode-se afirmar que:
Níveis de glicemia de jejum abaixo de 126 mg/dL são considerados normais.
O uso desse índice em adultos, para avaliação da resistência insulínica, já está bem consolidado, contudo, na faixa etária pediátrica, existem muitas variáveis a serem consideradas.
O teste oral de tolerância à glicose é indicado em todas as crianças com mais de 10 anos de idade.
Os níveis de insulina variam pouco durante a adolescência.
A resistência insulínica não deve ser um fator preocupante para crianças.
Os principais mecanismos fisiopatológicos que levam à hiperglicemia no Diabetes Mellitus tipo 2 são
resistência periférica à ação da insulina nos adipócitos, secreção aumentada de insulina pelo pâncreas e resistência incretínica.
resistência central à ação insulínica no cérebro, secreção aumentada de insulina pelo pâncreas e reabsorção aumentada de glicose pelos túbulos renais.
resistência periférica à ação insulínica nos adipócitos e músculo esquelético, secreção deficiente de insulina pelo pâncreas e aumento da produção hepática de glicose.
resistência insulínica no fígado levando à redução da produção hepática de glicose, secreção deficiente de insulina pelo pâncreas e reabsorção diminuída de glicose pelos túbulos renais.
Segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, com relação à conduta em idosos com diabetes, é correto afirmar que
em pacientes idosos frágeis de baixo peso (IMC < 22 kg/m2 ) e com HbA1c < 10%, deve ser considerado para o controle glicêmico, inicialmente, o tratamento com inibidores da SGLT2. Alternativamente podem ser usadas a gliclazida MR ou a metformina XR em doses baixas.
em pacientes idosos frágeis em uso de insulina basal, deve ser considerado, preferencialmente, o uso de combinações como antidiabéticos orais ou combinações com agonistas do receptor de GLP-1 com baixo risco de hipoglicemia, em detrimento do uso desnecessário do esquema basal-bolus.
é recomendado que o tratamento farmacológico de pacientes idosos com DM, funcionalmente independentes, tenha o alvo de HbA1c < 8,5%.
em pacientes idosos de baixo peso (IMC < 22 kg/m2 ) e com HbA1c < 10%, não deve ser considerado o uso de insulina basal, pelo alto risco de hipoglicemia.
em pacientes idosos em uso de insulina NPH e que apresentem hipoglicemias frequentes ou graves, não é recomendado o uso de análogo de duração longa ou ultralonga.