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Na fase inicial da luxação de cotovelo (entre 1 e 10 dias após a lesão), está indicado o alongamento dos flexores e extensores do punho.
Quando há uma posição da cabeça para adiante, o músculo esternocleidomastoideo fica com vantagem mecânica e menos sobrecarregado.
O enfaixamento do coto deve ser realizado de distal para proximal, com maior pressão proximal.
A crioterapia é contraindicada durante a fase de exacerbação do processo inflamatório.
No entorse leve de tornozelo, é indicado o uso de órtese para imobilização, crioterapia, e eletroterapia com o tornozelo elevado.
O uso prolongado de órtese é iniciado na síndrome do túnel do carpo.
O nervo radial inerva os músculos flexores do braço e do antebraço.
A definição de lesão incompleta é aquela em que existe preservação de função motora ou de função sensitiva abaixo do nível neurológico.
A força isométrica máxima é sempre maior do que a força exercida durante o encurtamento muscular (contração concêntrica) e a força máxima exercida durante o alongamento muscular (contração excêntrica) é sempre maior do que a exercida durante sua contração isométrica.
O conceito de procedimentos de facilitação neuromuscular proprioceptiva é o de aumentar o relaxamento do músculo a ser alongado por meio de inibição recíproca. Uma das técnicas mais utilizadas é a da contração-relaxamento, em que o músculo é alongado passivamente, depois é feita uma contração do mesmo por um período de 6 a 8 segundos, seguido de outro alongamento passivo. Nessa técnica, o processo deve ser repetido de 3 a 6 vezes.
O tromboembolismo (trombose venosa profunda ou embolia pulmonar) é complicação comum após lesão medular traumática. O grau de lesão ou o nível da mesma influenciam no risco de seu desenvolvimento.
Ganhos de força durante as primeiras semanas de um programa de treinamento específico para ganho de força ocorrem sem alteração do tamanho do músculo.
Existe contraindicação absoluta de calor terapêutico na presença de
Nos cuidados pós-operatórios com um paciente amputado de 1/3 médio de perna D, deve-se contraindicar
A sinale a alternativa incorreta quanto à graduação da espas ticidade na paraplegia
Pelo "índice de Frequência de Espasmos", na graduação 2 (dois) encontramos uma frequência de 6(seis) a 9 (nove) espasmos.
Pela "Escala de Ashworth Modificada", na graduação 3 (três) temos grande aumento de tônus com dificuldade de realização do movimento passivo.
ela escala utilizada no eletroestímulo-funcional, ava liamos o efeito da espasticidade sobre a função a ser realizada, e na graduação 1 (um) notamos aumento do tônus , que não interfere na função
Os índices de Barthel e MIF(medida de independência funcional) também podem ser utilizados na avaliação em espasticidade
A "Escala de Borg" não mede espasticidade.
A articulção de Lisfranc corresponde à
A articulação de Lisfranc corresponde
radioulnar distal.
intermetatarseana.
tarsometatarseana. .
carpometacarpeana.
É considerada marcha funcional em paciente lesado medular quando a lesâo encontra-se no nível motor de
T 6.
L 1.
T 5.
T 9.
T 3.
A presença de edema e hiperemia em membro inferior de um paciente com paraplegia por sequela de traumatismo raquimedular NÃO nos leva a pensar em
Um homem de 47 anos, advogado, veio ao seu ambulatório para orientações, pois pretende iniciar um programa de exercícios intensos. Ele tem tido um estilo de vida sedentário, é hipertenso leve, está com sobrepeso e tem hiperlipidemia. Você recomenda que, além da história, exame físico, eletrocardiograma, hemograma, glicemia, colesterol, triglicerideos e EAS, ele se submeta a qual dos seguintes testes, antes de iniciar seu programa de exercícios?
Que distúrbio restritivo leva à disfunção respiratória?