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Paciente de 60 anos, sexo masculino, é avaliado em ambulatório por frequentes quedas, geralmente ao levantarse da cama, quadro este iniciado há pouco mais de 2 meses. Queixa-se ainda de parestesias em membros inferiores. Quando questionado, relata urina espumosa. Nega quaisquer comorbidades. Exame físico evidencia pressão arterial de 120x80mmHg (deitado), 90x65mmHg (em pé), exames cardiopulmonar e abdominal normais. Apresenta hiporreflexia tendinosa profunda em membros inferiores, com hipoestesia tátil distal; não se observam outras alterações. Hemograma, sorologias e eletrólitos estão normais, assim como função hepática e renal. Não apresenta alterações de glicemia e função tireoidiana. Eletroneuromiografia revela polineuropatia sensitiva e motora de padrão axonal em membros inferiores. Ecocardiograma evidencia disfunção diastólica grau 2 com função sistólica preservada. Eletrocardiograma está normal, exceto por baixa amplitude de ondas. Análise urinária mostra 1,8g de proteínas em coleta de 24h. Eletroforese de proteínas sérias é normal. Imunofixação de proteínas séricas mostra pico monoclonal de cadeia lambda, sem associação com pico de cadeia pesada. Considerando o diagnóstico mais provável, qual o próximo e mais adequado passo a ser tomado na abordagem diagnóstica?
Biópsia de coxim adiposo.
Biópsia de medula óssea.
Biópsia de miocárdio.
Biópsia renal.
Leia o caso clínico a seguir.
Paciente do sexo masculino, de 92 anos, apresenta lesão por pressao sacral estagio III, com abundante quantidade de exsudato, sem odor ou sinais de infecçao ou necrose. |
Nesse caso, qual é curativo mais indicado?
Carvão ativado.
Placa hidrocoloide.
Sulfadiazina de prata.
Alginato de cálcio.
Paciente de 88 anos, feminina, sem antecedentes mórbidos e uso de medicamentos, tem uma queixa de dispneia aos médios e grandes esforços. Realizou um ecocardiograma que mostrou: insuficiência mitral e tricúspide de grau discreto, moderada probabilidade de hipertensão pulmonar (pressão sistólica de artéria pulmonar: 40 mmHg), disfunção diastólica do VE grau II, relação E/e’: 12, fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 0,67. Acrescentem-se as seguintes informações: índice de massa corpórea: 25 kg/m2 . ECG, a seguir:

De acordo com o escore H2 FPEF, sua pontuação é de 6. Assinale a alternativa que corretamente relaciona essa pontuação com as chances de essa paciente ser portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).
Com essa pontuação, ela tem uma probabilidade de 100% de ser portadora de ICFEP.
6 pontos correspondem a uma probabilidade de 90% de ela ser portadora de ICFEP.
Com essa pontuação, descarta-se a possibilidade de ela ser portadora de ICFEP.
Há uma probabilidade de 50% de a paciente ser portadora de ICFEP.
Há 25% de probabilidade de ela ser portadora de ICFEP.
Paciente, masculino, 80 anos. Há 3 meses passou a sentir fraqueza e cansaço aos esforços. Juntamente, notou uma perda de aproximadamente 5 a 6 kg, associado à queimação no peito conforme realizava esforço físico. Seu hemograma mostra:
ERITROGRAMA
Resultados Resultado anterior Valores de referência
Hemácias 2,91 106 /
Hemoglobina8,2 g/dL 9,0 (21/12/2021) 13,5 a 17,5 g/dL
Hematócrito 25,3 % 27,5 (21/12/2021) 41,0 a 53,0 %
VCM 87 fL 88 (21/12/2021) 80 a 100 fL
HCM 28,2 pg 28,8 (21/12/2021) 26,0 a 34,0 pg
CHCM 32,4 g/dL 32,7 (21/12/2021) 31,0 a 37,0 g/dL
RDW-CV 15,9 % 15,8 (21/12/2021) 11,5 a 14,5 %
Observações série vermelha: MODERADA HIPOCROMIA E DISCRETA MICROCITOSE
LEUCOGRAMA
Resultados Resultado anterior Valores de referência
LEUCÓCITOS 100 % 7350 /
Neutrófilos 61,7 % 4535 /
Eosinófilos 1,0 % 74 /
Basófilos 0,7 % 51 /
Linfócitos 21,5 % 1580 /
Monócitos 14,8 % 1088 /
PLAQUETAS Valores de referência
Resultados: 238.000 /
Assinale a alternativa que corretamente informa qual a próxima conduta.
Solicitar pesquisa de sangue oculto nas fezes.
Realizar endoscopia e colonoscopia.
Solicitar marcadores tumorais.
Pesquisar deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico.
Fazer um mielograma.
Assinale a alternativa que apresenta o antidepressivo que traz alívio da dor aos pacientes portadores de osteoartrite de joelho.
Fluoxetina.
Mirtazapina.
Paroxetina.
Duloxetina.
Clomipramina.