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Sobre a anatomia do ovário, considere a afirmativa incorreta:
Ele está situado por trás do ligamento largo do útero e logo abaixo da tuba uterina, sendo que seu grande eixo se coloca paralelamente a esta.
Em virtude do 1/3 distal da tuba uterina normalmente estar voltada para baixo, o ovário toma uma posição horizontal, com uma extremidade dirigida para cima e outra para baixo.
A sua borda medial prende-se a uma expansão do ligamento largo do útero que recebe o nome de mesovário, e por isso é denominada de borda mesovárica.
O ovário está preso ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos, cujo conjunto pode ser grosseiramente comparado aos cabos dos bondes aéreos, sendo o bonde, o ovário; o segmento do cabo que liga à parede pelvina é denominado ligamento suspensor do ovário e a porção do cabo que vai ter ao útero é o ligamento do ovário.
A borda posterior do ovário é conhecida por borda livre.
Paciente de 42 anos, nulípara, eutrófica, com ciclos menstruais regulares, sem patologias conhecidas, vem a consulta especializada com queixa de perda de urina aos esforços. Nega tratamentos prévios. Traz exame parcial de urina normal e urocultura negativa. Nega urgência miccional, disúria, polaciúria ou noctúria. No exame, apresentou perda de urina à manobra de Valsalva e não foi identificada distopia genital. Frente ao quadro clínico apresentado, qual é a melhor conduta?
Solicitar estudo urodinâmico.
Indicar correção cirúrgica.
Realizar teste terapêutico com anticolinérgico.
Sugerir tratamento conservador, com exercícios de Kegel e fisioterapia.
Indicar terapia a laser.
Leia o caso a seguir.
Mulher de 65 anos de idade com queixa de urgência miccional, incontinência de urgência, nictúria e polaciúria, há cerca de 10 anos, com piora gradativa e grande desconforto social. Ao exame físico ginecológico não apresenta distopia e a vagina se apresenta trófica.
Considerando o quadro apresentado, a hipótese clínica diagnóstica é de
bexiga hiperativa.
bexiga neurogênica.
incontinência urinária aos esforços.
incontinência urinária por deficiência esfincteriana.
Os transtornos depressivos são comumente observados em mulheres durante a fase reprodutiva, afetando até 20% das mulheres grávidas. Embora o tratamento de primeira linha nestes casos envolva a abordagem não farmacológica, a intervenção com drogas se faz necessária muitas vezes, estando os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) entre os fármacos mais utilizados. Entre os ISRS frequentemente empregados para o tratamento de transtornos depressivos em gestantes pode-se citar, exceto:
sertralina, entre 50 e 200 mg ao dia.
clomipramina, entre 25 e 150 mg ao dia.
escitalopram, entre 10 e 20 mg ao dia.
fluoxetina, entre 20 e 60 mg ao dia.
Diante de um quadro de amenorreia primária associada a ausência dos caracteres sexuais secundários, o principal diagnóstico é
a síndrome de Morris.
a disgenesia gonádica.
a síndrome de Rokitanski.
o hipotiroidismo congênito.