

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Qual é o agente etiológico mais comum da pneumonia adquirida na comunidade?
Mycoplasma pneumoniae.
Streptococcus pneumoniae.
Haemophilus influenzae.
Legionella pneumophila.
A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA ou AIDS) representa um dos principais problemas de saúde da atualidade em função de sua gravidade e do grande impacto psicossocial aos pacientes infectados. Sobre a transmissão e o diagnóstico da doença, é INCORRETO afirmar que:
A investigação laboratorial deve considerar a janela imunológica e a soroconversão do indivíduo.
O período após a infecção aguda até o desenvolvimento da imunodeficiência tem duração média de seis anos e é chamado período de latência.
A transmissão por via sexual, sangue (parenteral e vertical), ou pelo leite materno é possibilitada após o término do período de incubação.
Para prevenir a transmissão vertical, as gestantes portadoras do HIV que não apresentam SIDA/AIDS deverão iniciar a profilaxia a partir da décima quarta semana, com terapia antirretroviral tripla.
Acerca da sífilis, doença infecciosa crônica causada pela bactéria Treponema pallidum, analise as assertivas a seguir:
I. O VDRL passa a ser positivo após a 2ª semana do aparecimento do cancro duro e costuma atingir os seus valores mais elevados na fase secundária. Os títulos tendem a negativar após 9 meses de tratamento.
II. Na gravidez, a benzilpenicilina benzatina é a única opção segura e eficaz para tratamento adequado.
III. O tratamento da neurossífilis é feito preferencialmente com doxiciclina 100 mg, 1 comprimido, via oral, de 12/12 horas, por 15 dias.
IV. Os contatos sexuais de pacientes com sífilis precoce devem ser tratados mesmo se forem clínica e sorologicamente normais ao exame.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas I, II e III.
Apenas I, II e IV.
I, II, III e IV.
Paciente de 68 anos, feminina, branca, aposentada. Natural e procedente de Sorocaba –SP. Foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) pela filha, que refere que a paciente iniciou quadro de febre de 39,5 ºC há 3 dias, acompanhada de cefaleia holocraniana importante e mal-estar. Procurou a unidade básica de saúde no 1o dia e foi medicada com dipirona e azitromicina, sem melhora. Paciente é diabética de difícil controle, em uso irregular dos medicamentos. Acompanhante refere que a paciente, apesar das medicações, evoluiu com piora da cefaleia associada a vômitos, sonolência e agitação psicomotora. Na entrada na UPA: MEG, desidratada 2/4+, febril, taquipneica, acianótica, anictérica. PA: 100 x 60 mmHg; FC: 114 bpm; FR: 28 rpm; T : 38,8 ºC. Exame neurológico: sonolenta, rigidez de nuca e sinal de Kernig positivos. Cavidade oral: hiperemia orofaringe e candidíase oral. Aparelho cardiovascular: bulhas rítmicas normofonéticas, sem sopros audíveis; aparelho respiratório: murmúrio vesicular, sem ruídos adventícios, e abdome plano, flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias. Pele e anexos: onicomicose. Realizada a coleta de hemoculturas e líquor, que evidenciou aspecto turvo, células 1120 (88 % neutrófilos e 12 % linfócitos), glicorraquia de 45 mg/dL e proteínas: 234 mg/dL. Gram: não observadas bactérias.
Assinale a alternativa que apresenta a terapia de escolha para esse caso clínico.
Ampicilina associada a gentamicina.
Piperacilina +tazobactam.
Ceftriaxona associada a ampicilina.
Ceftriaxona.
Cefepime.
O teste rápido molecular para Tuberculose é contraindicado na seguinte situação:
Na triagem de resistência à rifampicina nos casos com suspeita de falência ao tratamento da tuberculose.
Na triagem de resistência à rifampicina nos casos de retratamento.
No diagnóstico de casos novos de tuberculose pulmonar, pleural e laríngea em adultos e adolescentes.
No diagnóstico de tuberculose extrapulmonar nos materiais biológicos já validados.