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Assinale a opção correta em relação ao exame genital do cadáver, quando no hímen for observada ruptura recente e no ânus for observada rágade.
Não se tem elemento para estabelecer ocorrência de conjunção carnal.
Não se tem elemento compatível com ato libidinoso diverso de conjunção carnal.
Atualmente, os elementos descritos podem ser compatíveis com crime de sedução.
Os elementos descritos dão a certeza de tratar-se de cadáver adulto.
A ruptura himenal recente só pode ocorrer em cadáver feminino e a rágade, em cadáver de ambos os sexos.
A mulher não é considerada virgem, do ponto de vista médicolegal, quando
há esperma em sua cavidade anal.
foi vítima de lenocínio.
foi condenada por crime de rufianismo.
foi vítima de pedofilia.
estiver grávida, embora tenha o hímen íntegro.
Acerca de sexologia forense, assinale a opção correta.
O juiz que solicita exame para verificação de ato libidinoso em animal doméstico deseja verificar a ocorrência de atentado violento ao pudor.
A prostituta e a esposa não podem ser vítimas de estupro.
Com o resultado de pesquisa de espermatozoide negativo está descartada a possibilidade de estupro.
Exame para constatar doença sexualmente transmissível faz parte do rol de perícias médico-legais.
Um casal homossexual que pratique sexo no interior de veículo em lugar ermo e deserto comete crime de ato obsceno.
Como a vítima alegou ter mantido relação sexual com o marido, é desnecessária a coleta de material vaginal para pesquisa de espermatozóides, uma vez que é impossível, pelas técnicas disponíveis atualmente, a distinção entre os do marido e os dos agressores.
A presença de sangue na roupa íntima sobre a região perineal é prova de violência sexual ou conjunção carnal.
A dilatação anal é prova de ato libidinoso.
Com a coleta de sangue da vítima e do suposto estuprador, pode-se realizar o confronto e concluir sobre a autoria.
Conjunção carnal em criança de dois anos e meio geralmente provoca lacerações perineais de grande monta.
No quesito oficial que indaga se houve conjunção carnal, no laudo realizado pelo legista, a resposta nesse caso deverá ser "sem elementos". Isso decorre do fato de a periciada ser casada e já possuir ruptura himenal antiga.
Um rapaz de 18 anos inicia um romance com uma jovem de 13 anos. Durante semanas, ele lhe oferece presentes, juras de amor eterno e promessas de casamento, conquistando a sua confiança. Esta se entrega sexualmente ao rapaz. Após denúncia formulada pelos pais, a garota é encaminhada para realizar uma perícia no IML, onde é constatada ruptura himenal recente, comprovando que houve conjunção carnal. Que tipo de crime o rapaz cometeu?
Sedução
Estupro
Posse sexual mediante fraude.
Corrupção de menores.
O caso é penalmente irrelevante por tratar-se de sexo consentido.
Com relação à identificação de líquidos orgânicos, qual a alternativa correta?
A identificação dos cristais de Florence e Barbério constitui uma prova de certeza de que o material examinado é esperma.
A reação biológica de Uhlenhuth é empregada pra a detecção de uréia e ácido úrico no exame de manchas suspeitas de urina.
Pela técnica de Lattes, se houver isoaglutinação com hemácias "A" no material suspeito, o sangue examinado é do tipo "A".
A identificação de hemácias e a obtenção de cristais de Teichmann constituem provas de certeza na identificação de manchas de sangue.
As manchas de sangue e de mecônio se tornam fluorescentes sob a ação da luz ultravioleta.
Em face da sexologia forense e da Doutrina Médico-Legal brasileira: (A))
I. Nos hímens complacentes, o diagnóstico Médico- Legal da conjunção carnal pode ser estabelecido pela presença de gravidez.
II. Quando se constata, isoladamente, a integridade himenal, em um exame de sexologia forense, podese afirmar que não houve conjunção carnal.
III. O estupro de uma criança de cinco anos, do sexo masculino, pode ser inferido por ragádias, equimoses e fissuras, localizadas na região anal.
A pesquisa de fosfatase ácida no fluido vaginal poderia auxiliar na investigação do crime.
No caso, está tipificado o crime de estupro com o emprego de violência presumida.
Não está caracterizado crime, pois a mulher tem maioridade civil e foi espontaneamente à festa em companhia do acusado.