Questões de Concurso sobre Nefrologia

 
 
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A presença de cilindros hemáticos na urina é um achado característico na sedimentoscopia do paciente acometido por


A

pielonefrite.


B

lesão glomerular.


C

infecção do trato urinário.


D

insuficiência renal crônica.


E

desidratação.

Ano: 2026
Prova: VUNESP - Prefeitura de Osasco - Médico Urologista - 2026

Em pacientes portadores de neoplasia renal localizada, em bom estado geral, candidatos ao tratamento cirúrgico, podemos afirmar que


A

nefrectomia radical associada à linfadenectomia deve ser realizada sempre que possível, pois melhora o prognóstico oncológico.


B

cirurgia preservadora de parênquima (nefrectomia parcial) deve ser realizada sempre que possível, mesmo que, para tal, seja necessário optar por técnica aberta em casos mais complexos, pois apresentam resultados oncológicos aceitáveis em longo prazo.


C

adrenalectomia ipsilateral deve ser realizada em todos os casos de neoplasia renal em polo superior.


D

presença de trombo tumoral em veia renal não contraindica nefrectomia parcial.


E

técnicas ablativas são a escolha preferencial em lesões centrais próximas ao sistema coletor e pedículo renal.

No que diz respeito a doenças renais, assinale a opção correta.


A

A maioria dos antígenos glomerulares ou mesangiais envolvidos na glomerulonefrite imunomediada é desconhecida.


B

Quando a creatinina sérica sobe rapidamente no decorrer de poucos dias, a nefrite aguda é denominada glomerulonefrite membranoproliferativa.


C

A síndrome nefrótica descreve o início de uma proteinúria ainda não significativa (menos de 1 g em 24 h), hipotensão arterial, hematúria macroscópica, entre outros sinais.


D

A insuficiência hepática pode causar um quadro de insuficiência renal aguda classificada como intrínseca ou parenquimatosa.


E

Sob o ponto de vista do estilo de vida como fator predisponente, o tabagismo não é um fator de risco estabelecido para o desenvolvimento de doença renal crônica.

A pielonefrite aguda caracteriza-se por infecção do trato urinário superior, com manifestações clínicas e laboratoriais típicas. Constitui achado compatível com esse diagnóstico:


A

dor lombar, febre elevada e leucocitose, associadas a piúria.


B

hematúria macroscópica indolor como manifestação predominante.


C

redução progressiva da taxa de filtração glomerular sem sinais infecciosos.


D

disúria isolada, sem febre e com urocultura negativa.


E

proteinúria nefrótica como achado inicial mais frequente

No manejo inicial da urolitíase não complicada por cálculo renal ≤7 mm em paciente com função renal preservada, a conduta mais adequada é:


A

litotripsia extracorpórea por ondas de choque.


B

terapia expulsiva com alfabloqueador.


C

ureteroscopia com remoção endoscópica.


D

acidificação urinária com cloreto de amônio.


E

antibioticoterapia profilática prolongada.

Homem de 68 anos, hipertenso e diabético, é internado por pneumonia grave. Evolui com redução do débito urinário nas últimas 12 horas. Creatinina basal era 1,0 mg/dL e atualmente é 1,7 mg/dL. Está hipotenso, com sinais clínicos de hipovolemia. De acordo com a definição e a classificação atuais de insuficiência renal aguda, bem como com os princípios de manejo inicial, qual é a conduta mais apropriada neste momento?


A

Classificar como insuficiência renal crônica agudizada e iniciar diálise precoce.


B

Classificar como insuficiência renal aguda estágio 1 e priorizar reposição volêmica com cristaloide isotônico.


C

Solicitar biópsia renal imediata para definição etiológica.


D

Iniciar diurético de alça em altas doses para recuperação do débito urinário.


E

Manter conduta expectante por 48 horas antes de intervenção.

Segundo o livro Pronto Socorro do ICr- HCFMUSP – 4ed., em relação à síndrome nefrítica, marque a alternativa CORRETA.


A

A glomerulonefrite pós estreptocócica é uma das causas mais comuns e predomina em crianças de 2 a 6 anos de idade.


B

A glomerulonefrite pós estreptocócica é uma das causas mais comuns na infância e a diminuição das concentrações séricas de CH50 e C3 ocorre na maioria dos casos, normalizando em 6 a 8 semanas em grande parte dos pacientes.


C

Caracteriza-se pelo aparecimento súbito da tríade: edema, hematúria e albumina abaixo de 2,5g/dl.


D

A confirmação da infecção estreptocócica por cultura de orofaringe ou pele apresenta alta sensibilidade.

Ano: 2026
Prova: VUNESP - Prefeitura de Osasco - Médico Urologista - 2026

Sobre o uso de agentes radiofármacos para avaliação funcional dos rins, é correto afirmar que o


A

DTPA e MAG3 são usados para avaliar hipertensão renovascular, função de transplante renal e refluxo vesicoureteral.


B

emprego de DTPA está relacionado com a secreção tubular, e do MAG3 com a filtração glomerular.


C

DTPA e o DMSA são usados para avaliar hipertensão renovascular, função do transplante renal e refluxo vesicoureteral.


D

DMSA é usado para avaliação de infecção, cicatrizes renais e para rejeição aguda de transplante renal.


E

MAG3 é usado para avaliação de infecção, cicatrizes renais e principalmente para avaliação de rejeição aguda de transplante renal.

Sobre o manejo medicamentoso e a prevenção de agravos em pacientes com lesão renal aguda, assinale a alternativa correta.


A

Em pacientes com lesão renal aguda, drogas potencialmente nefrotóxicas que estejam relacionadas ao tratamento de condições ameaçadoras à vida podem ser mantidas, caso não haja alternativas terapêuticas.


B

A taxa de filtração glomerular estimada por equações baseadas na creatinina sérica deve ser utilizada rotineiramente para ajustar doses de medicamentos em qualquer fase da lesão renal aguda, pois permanece acurada mesmo durante alterações rápidas da creatinina.


C

Em situações em que a creatinina sérica esteja em queda, a dose dos medicamentos deve ser ajustada presumindo-se uma taxa de filtração glomerular menor que a estimada, devido à tendência de superestimação da função renal nessas circunstâncias.


D

Em caso de necessidade clínica de contraste iodado após o estabelecimento de lesão renal aguda, recomenda-se realizar diálise profilática imediata para remover o contraste e reduzir risco de nova lesão renal.


E

Se os níveis de creatinina estiverem aumentando rapidamente e não houver valores prévios para comparação, deve-se assumir uma taxa de filtração glomerular normal para fins de ajuste de dose, até que haja estabilização laboratorial.

A respeito da fisiopatologia da hipertensão em doenças renais, assinale a alternativa correta.


A

Na glomerulonefrite aguda, a hipertensão ocorre predominantemente por ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona, visto que a expansão volêmica suprime a liberação de peptídeo natriurético atrial.


B

No contexto da síndrome nefrótica e de determinadas glomerulonefrites, o aumento da reabsorção de sódio nos túbulos coletores pode estar associado tanto à resistência relativa ao peptídeo natriurético atrial quanto ao aumento da atividade da Na-K-ATPase na região cortical dos túbulos coletores.


C

Em doenças vasculares renais agudas, como na crise renal esclerodérmica, a hipertensão resulta primariamente da retenção de sódio, enquanto o sistema renina-angiotensina encontra-se suprimido pela isquemia renal.


D

Na doença renal crônica estável, a hipertensão é rara nos estágios iniciais e tende a surgir apenas quando a taxa de filtração glomerular encontra-se abaixo de 15 mL/min/1,73 m², momento em que ocorre retenção volêmica clinicamente evidente.


E

O hiperparatireoidismo secundário observado na doença renal crônica pode reduzir a pressão arterial sistêmica por diminuir o cálcio intracelular e promover vasodilatação dependente de óxido nítrico.

Homem de 62 anos, previamente hígido, é encaminhado ao nefrologista após investigação de proteinúria nefrótica associada a piora progressiva da função renal. Ele relata astenia, perda de peso e edema de membros inferiores nas últimas semanas. Exames revelam a presença de proteína monoclonal no soro. A biópsia renal demonstra lesão compatível com gamopatia monoclonal de significado renal. O hematologista informa que o paciente não preenche critérios diagnósticos para mieloma múltiplo ou doença linfoproliferativa e discute opções terapêuticas com o nefrologista. O paciente questiona sobre o objetivo principal do tratamento e a estratégia utilizada. Qual é a conduta correta?


A

Remover os depósitos de imunoglobulina já presentes no rim com terapia direcionada ao tecido renal.


B

Evitar quimioterapia, uma vez que não há critérios para mieloma múltiplo, priorizando apenas medidas de suporte.


C

Direcionar o tratamento ao clone produtor de imunoglobulina monoclonal, utilizando esquemas semelhantes aos empregados em neoplasias de células B ou plasmócitos.


D

Realizar apenas tratamento sintomático da proteinúria e da disfunção renal, uma vez que a doença não é considerada maligna.


E

Tratar apenas o aspecto renal, sem participação da hematologia, pois se trata de doença não maligna.

Um homem de 56 anos, portador de diabetes melito tipo 2 e doença renal crônica estágio 3, apresenta hipomagnesemia persistente (magnésio sérico 1,2 mg/dL), apesar de uso regular de suplementação oral de magnésio em doses adequadas. Exames mostram perda renal de magnésio. Ele não apresenta diarreia ou outras causas gastrointestinais de perda de magnésio. Diante desse quadro, assinale a alternativa que apresenta uma estratégia terapêutica adjunta apropriada.


A

A introdução de um diurético tiazídico para reduzir a excreção urinária de magnésio.


B

A adição de um diurético poupador de potássio, como a amilorida, com expectativa de elevação significativa do magnésio sérico.


C

A substituição da suplementação oral por suplementação intravenosa crônica de magnésio.


D

A introdução de um inibidor do cotransportador sódio-glicose 2, visando melhora sustentada dos níveis séricos de magnésio.


E

A suspensão de qualquer terapia adjunta, pois não há evidência de benefício em casos de perda renal de magnésio.

Sobre lesão renal aguda em pacientes com câncer, considerando epidemiologia, prognóstico e principais mecanismos, assinale a alternativa correta.


A

A lesão renal aguda em pacientes com câncer é incomum e, quando ocorre, geralmente não interfere na possibilidade de manter o esquema completo de tratamento oncológico nem impacta de forma significativa a mortalidade.


B

A síndrome de lise tumoral raramente causa lesão renal aguda, pois os cristais de ácido úrico e fosfato de cálcio formados nos túbulos são facilmente eliminados apenas com hidratação oral, sem repercussões clínicas relevantes.


C

As causas de lesão renal aguda em pacientes com câncer se restringem a dano intrínseco do parênquima renal; causas pré-renais, como depleção volêmica, e causas pós-renais, como obstrução do trato urinário, praticamente não têm importância nesse contexto.


D

Pacientes com mieloma múltiplo apresentam risco aumentado de lesão renal aguda por nefropatia por cilindros de cadeias leves, que pode cursar com obstrução tubular, necessidade de terapia de substituição da função renal e maior mortalidade.


E

A presença de doença renal crônica prévia em pacientes com câncer não altera o risco de evolução para necessidade de terapia de substituição da função renal nem a mortalidade em longo prazo, desde que o tratamento oncológico seja adequado.

Homem, 45 anos, DRC por HAS e DM2, e adimitido em hospital com quadro de desorientação, náuseas, vômitos e anasarca. Os exames laboratoriais mostram ureia 351 mg/ dL; Cr 10,4 mg/dL, Na 130 mEq/L K 6,1 mEq/L Bic 12. Indica terapia dialítica via acesso de curta permanência com a seguinte prescrição: tempo 4h; UF 2,0 L; fluxo sanguíneo 300 ml/min fluxo dialisato 500 m/min/ Na dialisato 144. Após 2h de sessão, o paciente apresenta náuseas, vomitos, confusão mental e episódio convulsivo. A complicação apresentada e a principal medida de prevenção são respectivamente:


A

embolia gasosa – avaliação prévia de acesso, de linha arterial, atenção na retirada de cateter (especialmente acesso jugular)


B

reação ao dialisar tipo A – trocar de dialisador por material menos alérgeno


C

síndrome do desequilíbrio osmótico – prescrever 1ª sessão com no máximo 2 horas, uso de manitol associado, fluxos de sangue e dialisato mais baixos


D

hemólise – avaliação horária de sangue em circuito de diálise, interrompendo a mesma caso presença de sangue escuro e fibrina no filtro

Paciente de 26 anos dá entrada em pronto socorro com quadro de colúria, edema de membros inferiores e crise hipertensiva. Nega febre previamente sem comorbidades, relata viagem recente à Bahia, relata ter feito trilhas longas e se alimentado de peixes e crustáceos locais, evoluindo com quadro uma semana depois.


Exames laboratorial: Hb 9,5 g/dL; leucometria 10.000; PCr 1,7 U 256 mg/dL Cr 5. 7mg/dL K 6,8 mEq/L Na 145 mEq/L Bic 14 meQ/L CPK 2.000.


EAS: hb 3+; ptn 2+; ´ph 2


Qual provável diagnóstico e conduta do caso?


A

Síndrome de Haff – avaliar hemodiálise de urgência


B

Leptospirose – início de antibioticoterapia e hidratação venosa


C

Dengue hemorrágica – hidratação venosa e nova avaliação laboratorial em 3h – avaliar hemodiálise


D

IRA associada a desidratação – hidratação venosa

Paciente masculino, 52 anos de idade, portador de HAS + DM2, em uso atual de losartana 50 mg 12/12h; dapagliflozina 10 mg 1x ao dia; anlodipina 5 mg 12/12h; metformina 500 mg 12/12h, com último exame laboratorial mostrando os seguintes valores: Hb 12,5 g/dL; Leuco 9000; U 14 mg/dL; Cr 1,1 mg/dL; Na 142 mEq/L; K 5,0 mEq/L; HbA1c 6,8% relação albumina/creatinina: 298 mg/g em spot urinário. Paciente clinicamente estável, PA 145 x 90 mmHg, repetida e confirmada em duas consultas. Para melhor controle de progressão de Doença Renal Crônica, está indicado:


A

início de finerenona, 10 mg dia, visto K < 5,5. Reavaliar potassemia em 15 dias; associar clortalidona 25 mg 1x dia para controle de PA objetivando PA sistólica < 140 mmHg


B

início de finerenone, 10 mg dia, visto K < 5,5. Reavaliar potassemia em 15 dias; associar clortalidona 25 mg 1x dia para controle de PA objetivando PA sistólica < 120 mmHg


C

não iniciar finerenone, visto K > 4,8 mEq/L; iniciar clortalidona 25 mg 1x ao dia, objetivando PA sistólica < 120 mmHg; avaliar dieta hipoproteica para controle de proteinúria


D

não iniciar finerenone, visto K > 4,8 mEq/L; iniciar clortalidona 25 mg 1x ao dia, objetivando PA sistólica < 140 mmHg; avaliar dieta hipoproteica para controle de proteinúria

Mulher, 26 anos de idade, apresentando quadro de hematúria dismórfica associada a proteinúria de 1800 mg/24 e piora de função renal no último ano (Cr 1.8 mg/dL).


Sorologias virais negativas. FAN não reagente. Anti-DNA não reagente. C3 75 mg/dL; C4 20 mg/dL


Foi realizada biópsia renal, com detecção de expansão e hipercelularidade mesangial, proliferação endocapilar, reação de membrana basal glomerular com formação de dupla membrana; A Imunofluorescência com resultado parcial indicando depósitos localizados em mesângio, subepitélio e intramembrana. Há presença de crescentes.


Dentre as alternativas abaixo, qual provável diagnóstico da paciente:


A

glomerulopatia membranoproliferativa – Lúpus eritematoso sistêmico


B

glomerulopatia membranosa – hepatite C


C

glomerulopatia membranoproliferativa – glomerulopatia por C3


D

glomerulopatia membranoproliferativa associada à microangiopatia trombótica

Homem, 42 anos, portador de Diabetes Mellitus Tipo 2 e hipertensão. Em exame de rotina, foi detectado creatinina sérica de 2,0 mg/dL, (CKD EPI 2021 – TFG 40 ml/min/1,73 m²) associada à albuminúria de 194 mg/g de creatinina, repetida e confirmada após três meses. Qual é ocorreto estadiamento da Doença Renal Crônica (DRC) deste paciente:


A

G3b-A2


B

G3a-A2


C

G3a-A3


D

G4 – A3

A Síndrome de Persistência do Ducto Mülleriano (SPDM) é um distúrbio raro da diferenciação sexual em indivíduos 46,XY. Sobre a base embriológica desta anomalia, assinale a alternativa correta.


A

A SPDM deve-se à insensibilidade aos androgênios (Síndrome de Morris), onde os ductos de Wolff regridem e os ductos de Müller persistem, apesar dos níveis normais de AMH.


B

A SPDM resulta de uma falha na produção de testosterona pelos ductos de Wolff, levando à masculinização incompleta da genitália externa e à persistência do útero e trompas.


C

A SPDM é causada por falha na produção ou ação do Hormônio Anti-Mülleriano (AMH), resultando na falha da regressão dos ductos müllerianos (útero, trompas) em um indivíduo com genitália externa masculina normal, devido à produção normal de testosterona pelos ductos de Wolff.


D

A SPDM é causada por uma mutação no gene SRY, impedindo a diferenciação testicular e permitindo o desenvolvimento mülleriano, resultando em genitália ambígua.

Homem, 68 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes Mellitus tipo 2, dá entrada no pronto-socorro com oligúria há cerca de 24 horas e mal-estar geral. Relata episódio de diarreia volumosa há 3 dias, com redução importante da ingesta hídrica. Nega uso recente de anti-inflamatórios. Refere dificuldade miccional progressiva nos últimos meses. Ao exame físico: PA= 90 × 60 mmHg; FC = 110 bpm; mucosas secas; abdome indolor, com bexigoma palpável.


Laboratório:

- Creatinina: 3,2 mg/dL(basal 1,1 mg/dL);

- Ureia: 110 mg/dL;

- Sódio sérico: 138 mEq/L;

- Potássio: 5,6 mEq/L.


Urina tipo I:

- Densidade: 1.025; Cilindros hialinos raros; Ausência de hematúria e proteinúria significativa. Sódio urinário: 8 mEq/L;


Ultrassonografia de vias urinárias:

- Bexiga distendida/ Hidronefrose bilateral moderada.


Com base nos dados apresentados, é CORRETO afirmar que a principal causa da Lesão Renal Aguda (LRA) e a conduta inicial mais adequada são, respectivamente:


A

LRA pré-renal; reposição volêmica vigorosa e observação clínica.


B

LRA pós-renal; sondagem vesical imediata.


C

LRA renal intrínseca; iniciar corticoterapia empírica.


D

LRA pré-renal; iniciar diurético de alça.


E

LRA renal intrínseca (necrose tubular aguda); restrição hídrica.

 
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