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O nervo musculocutâneo se origina do fascículo
lateral.
medial.
posterior.
anterior.
médio.
Em relação às fraturas do colo femoral no idoso, assinale a alternativa CORRETA.
A acurácia da tomografia é a mesma da ressonância nuclear magnética no diagnóstico das fraturas ocultas do colo femoral do idoso.
É recomendável tração pré- operatória de rotina nas fraturas de indicação cirúrgica.
Em pacientes com fratura do colo femoral e em uso de clopidogrel, não se deve operar antes de 48 horas devido ao maior risco de mortalidade e sangramento.
As fraturas impactadas em valgo são classificadas como tipo 2 de Garden.
Pela classificação AO, as fraturas impactadas em valgo são do tipo 31B1.1.
Sobre a osteossíntese das fraturas da diáfise femoral do adulto e do adolescente, assinale a alternativa CORRETA.
Nas hastes retrógradas, o ponto de entrada da haste, na incidência em perfil do joelho, tem como referências o centro do canal medular e a linha de blumensaat.
As hastes de introdução anterógrada, que têm a fossa piriforme como ponto de entrada, podem causar lesão de ramos da artéria circunflexa femoral lateral, podendo comprometer, assim, a irrigação da cabeça femoral.
As hastes de introdução anterógradas, cujo ponto de entrada é o trocânter, podem causar lesão do nervo glúteo superior numa frequência maior do que aquelas cujo ponto de entrada é a fossa piriforme.
Em adolescentes com fise aberta, devem-se utilizar hastes com ponto de entrada na fossa piriforme em detrimento daquelas com ponto de entrada no trocânter maior.
Nas hastes de introdução anterógrada, cujo ponto de entrada é a fossa piriforme, a sua introdução mais lateral, causada por alguma dificuldade técnica como em pacientes obesos, por exemplo, pode causar desvio em valgo da fratura.
Em relação às fraturas toracolombares, assinale a alternativa CORRETA.
As fraturas do tipo A4 apresentam lesão do complexo ligamentar posterior.
As fraturas do tipo A3 apresentam lesão do complexo ligamentar posterior.
As fraturas do tipo C não apresentam lesão do complexo ligamentar posterior.
As fraturas do tipo B 2 apresentam lesão do complexo ligamentar posterior.
As fraturas do tipo A1 devem ser tratadas cirurgicamente.
Em relação ao tratamento cirúrgico das fraturas da diáfise dos ossos do antebraço, assinale a alternativa INCORRETA.
A fixação com placa de compressão dinâmica e parafusos apresenta mais de 90% de consolidação em inúmeros estudos.
Nas fraturas da ulna, as hastes intramedulares bloqueadas necessitam de, ao menos, 2.5 cm de ulna proximal e distal intactas para serem utilizadas.
Nas fraturas do rádio, as hastes intramedulares bloqueadas necessitam de, ao menos, 2.5 cm de rádio proximal e 4cm de rádio distal para serem utilizadas.
Nas fraturas da ulna, as hastes intramedulares não bloqueadas necessitam de, ao menos, 5.0 cm de ulna proximal e distal intactas para serem utilizadas.
Em comparação com as placas de compressão dinâmica, as placas bloqueadas são notoriamente superiores por apresentarem melhores resultados clínicos nos estudos.