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Em relação à polidactilia (hiperdactilia), é correto afirmar que:
essa deformidade raramente é bilateral;
o tipo pré-axial ocorre na parte radial;
o tipo central é muito frequente e geralmente associada a sindactilia;
a falange distal é duplicada e a proximal é bífida na polidactilia axial do tipo IV, segundo a classificação de Wassel;
essa condição pode ser herdada por um traço recessivo e afeta mais os meninos que as meninas.
Em relação às fraturas supracondilianas de úmero em flexão em crianças de 8 anos de idade, é correto afirmar que:
a lesão nervosa mais comumente associada a essa fratura é do nervo ulnar;
a lesão nervosa mais comumente associada a essa fratura é do nervo interósseo anterior;
após redução, no RX de controle, o ângulo de Baumann deve estar situado entre 35 e 45 graus;
na classificação de Gartland, a fratura do tipo II se apresenta desviada e sem contato da cortical posterior;
nessa fratura, o cúbito valgo causa pouco problema, principalmente porque o ângulo de carregamento fisiológico é de 10 a 15 graus.
Um paciente de 34 anos, tabagista, apresenta osteomielite da tíbia. A equipe médica classificou corretamente essa infecção como sendo do tipo IIB de Cierny-Mader.
Essa classificação decorreu do fato de a infecção:
ser limitada ao canal medular e o paciente ser tabagista;
ser limitada ao exterior do osso, não penetrando no córtex, e o paciente ser tabagista;
penetrar na cortical óssea e o osso apresentar estabilidade axial, sem necessidade de estabilização;
penetrar na cortical óssea e o osso apresentar instabilidade axial e com necessidade de estabilização;
penetrar na cortical óssea, o osso apresentar estabilidade axial, sem necessidade de estabilização, e o paciente ser tabagista.
Em relação às fraturas do tálus, assinale a afirmativa correta:
a necrose asséptica é uma das complicações mais comuns das fraturas desviadas do processo lateral do tálus, enquanto a pseudartrose isolada é rara;
segundo a classificação de Hawkins, as fraturas desviadas do colo do tálus, com subluxação ou luxação da articulação subtalar, são consideradas do tipo III;
a inversão do tornozelo pode ocasionar a avulsão do tubérculo posterior lateral do tálus, por tração do ligamento talofibular posterior;
segundo a classificação de Anderson, as lesões estágio V são as lesões osteocondrais do domo do tálus, nas quais o fragmento osteocondral se despreende e fica solto no interior da articulação;
a melhor técnica radiográfica para mostrar todo o colo do tálus na direção anteroposterior é realizada com o tornozelo em equinismo máximo, pé apoiado sobre o chassi radiográfico e supinado em 15 graus, com o tubo do RX dirigido em direção cefálica e inclinação de 70 graus em relação à vertical.
Em relação à fisiologia e organização muscular, é correto afirmar que:
as fibras do tipo I possuem alta capacidade anaeróbica;
as fibras do tipo IIB são mais resistentes à fadiga do que as fibras de outros tipos;
as fibras do tipo IIB apresentam tempo de contração mais lento do que os outros tipos de fibras;
as fibras do tipo I contêm mais mitocôndrias e mais capilares por fibra do que os outros tipos de fibras;
as fibras do tipo I possuem tempo de contração e relaxamento mais rápido que os outros tipos de fibras.