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Uma criança do sexo masculino, com 2 meses de idade, portadora de pé torto congênito, unilateral, à direita, foi tratada por meio do método de Ponseti.
Em relação ao tratamento dessa criança, é correto afirmar que:
o cavo deve ser corrigido quando o pé estiver aduzido e o antepé mantido em supinação,
manipulações contínuas devem ser mantidas até que se obtenha um pé hipercorrigido com uma abdução de 35 graus;
o varo do calcanhar e a supinação do pé serão corrigidos quando o pé inteiro estiver totalmente abduzido na rotação lateral máxima sob o tálus;
após a correção das deformidades, a manutenção consiste no uso da órtese de abdução com rotação lateral de 70° no lado direito e no lado esquerdo; a rotação lateral deve ser de 30 a 40 graus;
após a correção das deformidades, a manutenção consiste no uso da órtese de abdução com rotação lateral de 70° por dois meses, em uso 23 horas por dia, seguida por um ano em uso durante 10-14 horas por dia e flexão dorsal dos tornozelos de 10 a 15 graus.
Um paciente de 55 anos, trabalhador rural, diabético, insulina dependente, sofreu queda de uma cerca ao limpar um estábulo, apresentando ferida contusa e deformidade na perna esquerda. Quatro horas após o acidente, deu entrada na emergência do hospital local, com pressão arterial sistólica de 120 mm de Hg e o membro inferior esquerdo imobilizado com tala de papelão. Após exames pertinentes, verificou-se que o paciente apresentava somente fratura exposta segmentar da tíbia esquerda, sem perda óssea, ferida com perda de cobertura cutânea sobre o local da fratura e perda de um compartimento de unidade miotendínea. A fratura foi classificada pela equipe médica como tipo IIIB de Gustilo.
Segundo o escore GHOIS (Ganga Hospital Open Injury Score) para as fraturas expostas, é correto afirmar que:
para esse paciente, o membro fraturado deve ser preservado;
pacientes com pontuação menor que 7 geralmente evoluem para amputação;
pacientes com pontuação menor que 10 geralmente evoluem para amputação;
somente com o escore de GHOIS, para esse paciente, não podemos definir se esse membro fraturado deve ser preservado ou amputado;
segundo o escore de GHOIS, no momento do primeiro atendimento, devemos informar ao paciente que a lesão existente geralmente evolui para amputação.
A displasia epifisária hemimélica corresponde ao
osteoblastoma de localização epifisária ou intra‑articular.
osteocondroma de localização epifisária ou intra‑articular.
osteoma osteoide de localização epifisária ou intra‑articular.
encondroma de localização epifisária ou intra‑articular.
condroblastoma de localização epifisária ou intra‑articular.
O tumor glômico ósseo geralmente atinge as falanges
proximais e está associado à dor de fraca intensidade.
proximais e está associado à dor de forte intensidade.
médias e está associado à dor de fraca intensidade.
distais e está associado à dor de forte intensidade.
distais e está associado à dor de fraca intensidade.
A osteotomia da tuberosidade anterior da tíbia de anteromedialização (Fulkerson) está indicada em caso de lesão de cartilagem de
grau I ou II na faceta lateral ou no polo inferior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.
grau I ou II na faceta medial ou no polo superior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.
grau III ou IV na faceta lateral ou no polo inferior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.
grau III ou IV na faceta medial ou no polo superior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.
grau I ou II na faceta lateral ou no polo inferior da patela, sempre em associação à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.