Questões de Concurso sobre Ortopedia

 
 
Disciplina 1
Assunto 1
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Uma criança do sexo masculino, com 2 meses de idade, portadora de pé torto congênito, unilateral, à direita, foi tratada por meio do método de Ponseti.


Em relação ao tratamento dessa criança, é correto afirmar que:


A

o cavo deve ser corrigido quando o pé estiver aduzido e o antepé mantido em supinação,


B

manipulações contínuas devem ser mantidas até que se obtenha um pé hipercorrigido com uma abdução de 35 graus;


C

o varo do calcanhar e a supinação do pé serão corrigidos quando o pé inteiro estiver totalmente abduzido na rotação lateral máxima sob o tálus;


D

após a correção das deformidades, a manutenção consiste no uso da órtese de abdução com rotação lateral de 70° no lado direito e no lado esquerdo; a rotação lateral deve ser de 30 a 40 graus;


E

após a correção das deformidades, a manutenção consiste no uso da órtese de abdução com rotação lateral de 70° por dois meses, em uso 23 horas por dia, seguida por um ano em uso durante 10-14 horas por dia e flexão dorsal dos tornozelos de 10 a 15 graus.

Um paciente de 55 anos, trabalhador rural, diabético, insulina dependente, sofreu queda de uma cerca ao limpar um estábulo, apresentando ferida contusa e deformidade na perna esquerda. Quatro horas após o acidente, deu entrada na emergência do hospital local, com pressão arterial sistólica de 120 mm de Hg e o membro inferior esquerdo imobilizado com tala de papelão. Após exames pertinentes, verificou-se que o paciente apresentava somente fratura exposta segmentar da tíbia esquerda, sem perda óssea, ferida com perda de cobertura cutânea sobre o local da fratura e perda de um compartimento de unidade miotendínea. A fratura foi classificada pela equipe médica como tipo IIIB de Gustilo.


Segundo o escore GHOIS (Ganga Hospital Open Injury Score) para as fraturas expostas, é correto afirmar que:


A

para esse paciente, o membro fraturado deve ser preservado;


B

pacientes com pontuação menor que 7 geralmente evoluem para amputação;


C

pacientes com pontuação menor que 10 geralmente evoluem para amputação;


D

somente com o escore de GHOIS, para esse paciente, não podemos definir se esse membro fraturado deve ser preservado ou amputado;


E

segundo o escore de GHOIS, no momento do primeiro atendimento, devemos informar ao paciente que a lesão existente geralmente evolui para amputação.

A displasia epifisária hemimélica corresponde ao


A

osteoblastoma de localização epifisária ou intra‑articular.


B

osteocondroma de localização epifisária ou intra‑articular.


C

osteoma osteoide de localização epifisária ou intra‑articular.


D

encondroma de localização epifisária ou intra‑articular.


E

condroblastoma de localização epifisária ou intra‑articular.

O tumor glômico ósseo geralmente atinge as falanges


A

proximais e está associado à dor de fraca intensidade.


B

proximais e está associado à dor de forte intensidade.


C

médias e está associado à dor de fraca intensidade.


D

distais e está associado à dor de forte intensidade.


E

distais e está associado à dor de fraca intensidade.

A osteotomia da tuberosidade anterior da tíbia de anteromedialização (Fulkerson) está indicada em caso de lesão de cartilagem de


A

grau I ou II na faceta lateral ou no polo inferior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.


B

grau I ou II na faceta medial ou no polo superior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.


C

grau III ou IV na faceta lateral ou no polo inferior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.


D

grau III ou IV na faceta medial ou no polo superior da patela, associada ou não à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.


E

grau I ou II na faceta lateral ou no polo inferior da patela, sempre em associação à instabilidade patelar ou ao aumento da inclinação patelar.

 
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