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Em relação às técnicas usadas para sutura/reparo do menisco, a técnica inside-out é indicada a todas as seguintes situações, EXCETO para
lesões em alça de balde.
lesão do corpo do menisco.
lesões periféricas.
lesão do corno posterior.
lesões do corno anterior.
A lesão do tendão extensor terminal dos dedos acarreta uma deformidade em flexo da intefalangeana distal (IFD) – dedo em martelo, podendo ou não estar associado a uma fratura avulsão do dorso da falange distal. Marque a alternativa CORRETA sobre o tratamento adequado:
Nas lesões agudas com flexo da IFD acima de 30°, tratamento conservador com uma splint mantendo a IFD em extensão por 6 a 8 semanas.
Nas lesões agudas com flexo até 30°, a melhor indicação é o tratamento cirúrgico com bloqueio da IFD em extensão por 6 semanas com fio de Kirschner.
Nos casos associados à fratura avulsão do dorso da falange distal e deformidade em flexo até 30°, o bloqueio da articulação e redução da fratura são indicados.
Nos casos associados à fratura avulsão do dorso da falange distal e deformidade em flexo até 30° é indicado imobilização por 8 semanas.
Nas lesões crônicas, consideradas com mais de 15 dias de evolução, a melhor indicação é a tenodermodese utilizando a técnica de Brooks-Graner.
Sobre embolia gordurosa, assinale a alternativa INCORRETA:
Os principais sinais são insuficiência respiratória, confusão mental e petéquias cutâneas, que em geral aparecem em até 24 horas após o trauma.
A causa mais comum da embolia gordurosa é o trauma, principalmente relacionado a dois fatores: movimento de fragmentos ósseos instáveis e fresagem do canal medular, que eleva a pressão intra-canal.
Taquicardia, taquipnéia e febre são os sinais clínicos e normalmente surgem entre 12h até 7 dias após o trauma.
Os sintomas podem ser surgir principalmente durante a manipulação de ossos longos, colocação de próteses ou redução fechada de fraturas.
A estabilização precoce das fraturas dos ossos longos talvez seja a medida preventiva mais eficaz.
Segundo a Classificação da Espondilolistese por Wiltse et al., é correto afirmar que
no tipo I é displásica, e no tipo III é traumática.
no tipo IV é patológica.
no tipo II pode ocorrer fratura aguda do pars interarticularis.
no tipo I é traumática.
a traumática geralmente é consequente fraqueza estrutural do osso, como osteogênese imperfeita.
Paciente de 7 anos de idade, hígido, sofreu atropelamento e apresenta uma fratura desviada da região do colo femoral, Delbet tipo I. Levando-se em conta esta classificação, é correto afirmar que
as fraturas Delbet tipo I são fraturas transcervicais com ou sem desvios.
se o desvio for em valgo, a fratura consolidará espontaneamente, sem a necessidade de fixação.
as fraturas do tipo In são as que mais apresentam a osteonecrose como complicação.
nas fraturas do tipo I, pode ocorrer a luxação da cabeça, concomitantemente.
esse tipo de fratura apresenta baixo índice de osteonecrose.