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A respeito da embriologia do sistema musculoesquelético, assinalar a alternativa INCORRETA:
Na 8ª semana embrionária, os maléolos se condrificam.
Na 9ª semana de vida intrauterina, aparece o centro de ossificação primário da tíbia.
Entre o 6º ao 10º de vida pós-natal, inicia-se a ossificação da epífise distal da tíbia.
No 1º mês de vida fetal, ocorre ossificação da epífise proximal da tíbia.
Segundo indicação da AO, o tratamento mais indicado para as fraturas do tipo 44 A1.2 é:
redução e fixação com placa 1/3 de cano.
redução e fixação com parafuso transsindesmoidal e placa 1/3 de cano.
redução e fixação com parafuso de tração e placa 1/3 de cano, sem fixação transsindesmoidal com parafuso.
redução e fixação com parafuso de tração e placa 1/3 de cano, com fixação transsindesmoidal com parafuso.
tratamento conservador com ou sem imobilização gessada.
Em relação à epifisiólise do fêmur proximal, assinale a alternativa CORRETA.
O Sinal de Steel é fisiológico.
A linha de Kleine é tangente à cortical lateral da diáfise femoral.
O sinal de Trethowan é fisiológico.
Nos adolescentes, a porção inferomedial do colo femoral sobrepõe-se, às radiografias, à parede anterior do acetábulo.
O sinal de Scham é fisiológico.
A pronação dolorosa é uma situação muito frequente e pouco comentada na prática clínica, sendo muitos dos casos resolvidos fora do âmbito da ortopedia. Sobre essa condição, avalie as proposições:
I. A maior incidência acontece por volta dos 2 ou 3 anos de vida e é raro acontecer após os 5 anos.
Il. A maioria dos pacientes são do sexo masculino e o lado esquerdo é o mais acometido.
III. Os índices de recorrência após redução são baixos.
É correto o que se afirma em:
I, apenas.
Il e III, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
Em relação às fraturas do tálus, assinale a alternativa CORRETA.
As fraturas, classificadas pela AO como 81-A1, são fraturas do processo posterior.
As fraturas, classificadas pela AO como 81-A2.1, são fraturas avulsão do colo do tálus.
As fraturas, classificadas pela AO como 81-B2, são fraturas do colo sem subluxação.
As fraturas, classificadas pela AO como 82-B2.1, não apresentam cominuição.
As fraturas, classificadas por Hawkins como tipo 3, apresentam incongruência talonavicular