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Em relação à luxação traumática do joelho, é correto afirmar que:
o ligamento cruzado anterior está sempre rompido nas luxações anteriores;
estudos demonstram que, na luxação anterior, a lesão da artéria poplítea ocorre com 20 graus de hiperextensão;
os deslocamentos anteriores do joelho apresentam uma taxa mais alta de lesão por transecção arterial do que por laceração da íntima;
os deslocamentos posteriores mais frequentemente resultam em lesões por tração da artéria poplítea, com lacerações associadas da íntima;
a lesão do nervo fíbular pode ocorrer em quaisquer luxações, embora seja mais comumente observada na luxação ântero-medial.
Em relação à escoliose, é correto afirmar que:
em crianças do sexo feminino, a escoliose idiopática infantil é a mais prevalente;
na escoliose idiopática infantil, a maioria das curvas é autolimitada e desaparece espontaneamente;
na escoliose idiopática do adolescente, é mais provável que curvas com ápice acima de T12 apresentem progressões menores em comparação com curvas lombares simples;
na escoliose idiopática infantil, há prevalência de lateralidade, apresentando-se como uma curva torácica direita em 90% dos casos;
na escoliose idiopática juvenil, em pacientes com menos de seis anos de idade, há prevalência de lateralidade com curvas para o lado esquerdo.
Em relação às displasias, é correto afirmar que:
a displasia metatrópica pode ser herdada de forma autossômica dominante ou recessiva. Os pacientes apresentam uma “cauda” coccígea, o esterno pode apresentar pectus carinatum e a escoliose desenvolve-se no início da infância e é progressiva;
a síndrome de Larsen tem sido reportada no padrão autossômico dominante e recessivo. Os pacientes apresentam olhos espaçados, testa proeminente. Palato fendido é comum e o polegar tem uma falange distal afinada, assim como os outros dedos;
a displasia cleidocranial possui transmissão autossômica recessiva, os pacientes possuem estatura leve a moderadamente diminuída, região maxilar subdesenvolvida, palato fendido, anormalidades nos dentes e há um aumento da escoliose, apresentando frequentemente uma curva torácica única;
os pacientes, na displasia espondiloepifisária tardia, possuem estatura levemente diminuída, a amplitude dos movimentos é minimamente limitada e deformidades em varo ou valgo são frequentes; manifestações clínicas são notadas por volta de 12 anos de idade;
a displasia condroectodérmica possui transmissão autossômica recessiva, cerca de 1/3 dos pacientes morrem no período neonatal e os dentes são anormais, sendo perdidos precocemente. Polidactilia pré-axial é mais prevalente nos pés do que nas mãos.
Em relação à tuberculose osteoarticular, é correto afirmar que:
a descalcificação óssea na artrite tuberculosa é restrita à região epifisária;
o principal diagnóstico da dactilia tuberculosa é o osteocondroma;
a dactilia tuberculosa ocorre em crianças, geralmente abaixo dos cinco anos de idade;
a região dorsal alta da coluna vertebral é o local mais frequente da tuberculose osteoarticular;
o líquido sinovial da tuberculose articular apresenta nível de açúcar aumentado e uma contagem elevada de leucócitos com linfócitos em torno de 40%.
Um paciente de 13 anos relata dor no quadril esquerdo há 4 meses, com irradiação para o joelho. Ao exame físico, apresenta marcha claudicante e possui o biotipo adiposo genital (tipo Froelich), com limitação dos movimentos articulares do quadril. Após exame radiográfico, a equipe médica firmou o diagnóstico de epifisiólise (escorregamento epifisário proximal do fêmur).
No exame físico, o sinal ou manobra que, com resultado positivo, pode ter contribuído para o diagnóstico citado foi:
sinal de Gage;
sinal de Bragard;
manobra de Kredel;
manobra de Pillings;
manobra de Drehman.