

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Considere uma analogia entre a Espondilolistese Traumática do Axis tipo II (baseado em Levine & Edwards) e a Espondilolistese Espondilolítica L5-S1 tipo II (de Meyerding) no tocante a fisiopatologia e biomecânica. Qual das alternativas abaixo reúne informações verdadeiras compartilhadas entre as condições supracitadas?
Existe significativa associação à imposição de carga axial em hiperextensão.
O acometimento neurológico é frequente em ambas pela distensão radicular.
Ambas são potencialmente instáveis e requerem uma estabilização cirúrgica.
A pseudo-artrose é infrequente pela estabilidade característica das patologias.
Assinale a alternativa que apresenta o exame laboratorial que não tem valor no diagnóstico inicial do choque hemorrágico no paciente politraumatizado.
pH arterial
bicarbonato
excesso de base
lactato arterial
hemoglobina sérica
Paciente de 35 anos salta do primeiro andar por incêndio em seu prédio e há impacto ao solo na posição sentada. Segue-se dor lombar importante, é imobilizado e transferido ao serviço de urgência. Está estável hemodinamicamente sem alterações ventilatórias e neurológicas em quatro membros. Há dor localizada à palpação central lombar média. Sua radiografia em decúbito mostra fratura em impacção do planalto superior de L3 (com ângulo interplanaltos de 10 graus) sem listese associada e com neutralidade no ângulo de cifose medidos nos segmentos proximal e distal da vértebra. A tomografia confirma impacção do planalto superior, principalmente anterior, e preservação do terço médio e distal da mesma vértebra. Sua ressonância mostra edema em L3 e hipersinal em ligamentos posteriores com lesão impossível de determinar.
De posse de tais informações, qual é o melhor tratamento para o paciente?
Conservador com colete em 3 pontos de Jewitt em hiperextensão.
Fixação posterior L2-L3, descomprimir e artrodese intersomática.
Artrodese pedicular posterior L2-L3 sem descompressão do canal.
Artrodese pedicular bilateral de L1-L5 sem associar laminectomia.
Adolescente de 12 anos, atleta de basquete, após intensificação dos treinos para o final da temporada sem trauma direto, passou a sentir dor anterior no joelho localizada sobre a tuberosidade anterior da tíbia com percepção de aumento de volume local. A queixa piora com o ato de ajoelhar-se na igreja. Não há indício de instabilidade na anamnese. A radiografia mostra fragmentação da tuberosidade. Em conversa com os pais sobre prognóstico do tratamento, qual das alternativas está melhor escrita?
O tipo de esporte não interfere no diagnóstico, por isso, no futuro, continuará.
Em adolescentes, pode-se usar anti-inflamatórios por mais tempo, nesses casos.
Se for necessária cirurgia, melhor esperar a ossificação total para não deformar.
Como tal diagnóstico ocorre mais em crianças menores, o quadro se prolongará.
Um idoso de 85 anos de idade foi levado ao hospital após queda da própria altura, com contusão do gradil costal do lado direito. Após criteriosa avaliação segundo os preceitos do ATLS, foi solicitada uma tomografia de tórax e abdome, cujos únicos achados foram: fratura de três arcos costais (12.°, 11.° e 10.° ) em um único ponto e infiltrado pulmonar basal sem velamento do seio costofrênico (todos os achados do lado direito).
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
drenagem pleural, em selo d'água, do lado direito
inalação com soro fisiológico, fisioterapia respiratória e analgesia
inalação com soro fisiológico, fisioterapia respiratória, analgesia e antibioticoterapia
fixação cirúrgica dos arcos costais
videotoracoscopia