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Um caso nos EUA é a colaboração no ‘steve.museum’, que desde 2006 reúne um grupo de museus de arte para avaliar a etiquetagem social e fortalecer a relação entre as pessoas e as coleções dos museus. Inclui instituições como o Guggenheim, o Metropolitan Museum of New York e a Tate Modern.
[A etiquetagem social] é um conceito que se refere, especificamente, à etiquetagem/catalogação pública em um ambiente compartilhado e que leva, como resultado, a uma folksonomia, isto é, uma taxonomia feita por pessoas.
Disponível em: DADUN: La participación de audiencias en museos de arte. Bibliografía general y estudio de caso del Museo de Navarra (unav.edu). Acesso em: 23 nov. 2023.
No âmbito dos museus, a etiquetagem social é utilizada como estratégia para
cobrir a lacuna entre o conteúdo da documentação de coleções on-line e o conhecimento e a interpretação dos objetos pelos usuários, adicionando camadas e conectando termos a classificações institucionais.
garantir a responsabilidade permanente pelos objetos e pelos registros documentais associados.
garantir que a documentação de verificação do estado de conservação seja efetuada por pessoas treinadas.
fornecer um registro documental do local de um objeto quando esse objeto não se encontra no seu local habitual.
permitir o uso de objetos por usuários internos e externos para fins de pesquisa, exposição e operação.