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Após meses de polêmica, Pollock do MAM é vendido por metade do valor inicial
Phillips de Nova York confirma venda para colecionador particular, depois de tela ter encalhado em leilão ano passado Quase um ano após ter sua venda anunciada, a tela “No 16” (1950), do americano Jackson Pollock (1912-1956), que pertencia ao Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, foi finalmente vendida para um colecionador particular. A informação acaba de ser confirmada pela casa de leilões Phillips, responsável pela tentativa de vender a obra em novembro do ano passado. Há rumores de que a tela foi negociada por US$ 13 milhões de dólares, quase metade do valor pedido inicialmente (US$ 25 milhões). A casa de leilões novaiorquina não confirma o valor.
Disponível em: Após meses de polêmica, Pollock do MAM é vendido por metade do valor inicial - Jornal O Globo. Acesso em: 23 nov. 2023.
A venda é uma forma de alienação. Institucionalmente, a Política de Descarte pode prever a venda de objetos ou espécimes que compõem o acervo, desde que respeite exigências e procedimentos previstos em lei ou outras disposições, bem como restrições previstas durante a aquisição.
Para tal fim, o Código de Ética para Museus prevê que
a venda não será efetivada e o objeto ou espécime permanecerão no museu que dispõe de sua guarda, no caso de bens leiloados cujo o valor de venda seja menor que o pedido inicialmente.
os acervos de museus são constituídos para a coletividade e devem ser considerados como ativos financeiros.
os colecionadores particulares ou outros museus não dispõem de preferência na aquisição dos objetos derivados de alienação de acervo.
os familiares ou pessoas próximas aos membros da equipe profissional apresentam prioridade na compra de objetos provenientes de alienação de um acervo sob a responsabilidade do museu.
os recursos ou as vantagens recebidos devem ser usados somente em benefício do próprio acervo e, em princípio, para novas aquisições de acervo.