As hipoglicemias no idoso são mais frequentes e mais graves...
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As hipoglicemias no idoso são mais frequentes e mais graves...

As hipoglicemias no idoso são mais frequentes e mais graves do que em adultos jovens e resultam em consequências graves, como quedas com fraturas ósseas ou traumatismo cranioencefálico. Nesse contexto, o tratamento deve ser menos invasivo, principalmente para aqueles com comorbidades associadas, sendo recomendado:


A

manter maior rigor no monitoramento glicêmico e metas glicêmicas menos flexíveis.


B

evitar, na hipoglicemia leve (nível 1 – glicemia entre 54 a 70 mg/dL), a ingestão de 15 g de carboidrato (monossacarídeos).


C

treinar pacientes para reconhecerem situações que podem aumentar o risco de hipoglicemia, como atraso nas refeições e à noite.


D

manter glicemia a qualquer momento (glicemia randômica) acima de 180 mg/dL e hemoglobina glicada (Hb A1c) maior do que 7%.


E

determinar metas glicêmicas para pacientes institucionalizados e presença de demência, podendo ser aceito valores de glicemia em jejum de até 180 mg/dL e pós-prandial até 200 mg/dL.