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Em relação à nefrolitíase, que é a presença de cálculos renais, assinalar a alternativa CORRETA:
A obesidade, o diabetes mellitus e a síndrome metabólica não apresentam relação com as taxas frequentes de cálculos renais na população.
Os suplementos de cálcio apresentam o mesmo efeito protetor do cálcio dietético contra a formação de cálculos em mulheres pós menopausa; por isso, o seu uso é recomendado para prevenção da osteoporose, sem acarretar danos relacionados a cálculos renais a essas mulheres.
A ingestão de sódio deve ser muito bem monitorada. O ideal é manter reduzida para menos de 1000mg/dia em pacientes com hipercalciúria. O consumo de uma dieta adaptada da dieta Dietary Approaches to Stop Hypertension (DASH) deve ser estimulada, além de abordagens dietéticas para interromper a hipertensão, que ajudarão a diminuir o risco de formação de cálculos renais.
A frutose pode aumentar a excreção urinária de cálcio e de oxalato, e é o único carboidrato conhecido que aumenta a produção de ácido úrico e a sua excreção urinária. Além disso, sua ingestão tem sido associada positivamente ao risco de todos os tipos de cálculos renais.
A ingestão de ácidos graxos ômega-3, como o ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosa-hexaenoico (DHA), pode aumentar o conteúdo de ácido araquidônico (AA) das membranas celulares e reduzir a excreção urinária de cálcio e de oxalato.