Os pais de H. G. S., 10 meses, sexo feminino, buscaram...
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Os pais de H. G. S., 10 meses, sexo feminino, buscaram...

Os pais de H. G. S., 10 meses, sexo feminino, buscaram atendimento nutricional para a investigação de um quadro alérgico apresentado pela filha, com urticária generalizada e desconforto respiratório. A nutricionista, então, realizou a anamnese e a avaliação nutricional da criança e, de acordo com o relato dos pais, suspeita de uma alergia alimentar (AA). A nutricionista decidiu aplicar o protocolo do teste de provocação oral (TPO) na paciente, a fim de identificar os alimentos associados às reações adversas apresentadas pela criança. Esse teste


A

é utilizado para diagnosticar reações mediadas por IgE, podendo ser realizada a oferta livre do alimento em investigação ou, ainda administrado em doses decrescentes, para minimizar o risco de reações graves e permitir uma identificação precisa da menor dose capaz de provocar os sintomas.


B

é indicado em qualquer idade como medida terapêutica, uma vez que, a partir de sua aplicação, pode-se melhorar a tolerabilidade a alimentos potencialmente alergênicos.


C

consiste na oferta progressiva do alimento suspeito e/ou placebo, em intervalos regulares, sob supervisão médica para monitoramento de possíveis reações clínicas, após um período de exclusão dietética necessário para resolução dos sintomas clínicos.


D

aplica-se na investigação da AA, e o alimento utilizado no teste é ofertado em combinação com outros alimentos, e não como ingrediente único.