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Fórmulas imunomoduladoras possuem, em sua composição, arginina, glutamina, ácidos graxos ômega-3 e nucleotídeos. Elas vêm sendo cada vez mais utilizadas por promoverem efeitos benéficos no sistema imune, além de possuírem um melhor perfil nutricional, se comparadas às fórmulas padrão. Quanto à utilização dessas fórmulas em pacientes hospitalizados, assinale a alternativa correta.
As formulações enterais imunomoduladoras devem ser utilizadas rotineiramente em unidade de terapia intensiva, porém estão contraindicadas em pacientes em pós-operatório de cirurgias de grande porte, principalmente por câncer.
O uso de fórmula imunomoduladora deve ser considerado apenas como suplemento nutricional no período pré e pós-operatório para pacientes a serem submetidos a cirurgia de grande porte por câncer.
A administração perioperatória de fórmulas imunomoduladoras contribuiu para a diminuição da taxa de complicações pós-operatórias e, consequentemente, menor permanência no hospital.
Em pacientes com pancreatite aguda grave, não se recomenda o uso de imunomoduladores por nutrição parenteral, pois não existe benefício em redução de complicações infecciosas, tempo de hospitalização e mortalidade.
O uso de fórmulas imunomoduladoras não está relacionado ao estado nutricional dos pacientes; a população desnutrida ou os pacientes críticos não parecem ser mais sensíveis a essa estratégia.