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Educação Alimentar e Nutricional (EAN) é um campo de...

Educação Alimentar e Nutricional (EAN) é um campo de conhecimento. Isso significa que há um acúmulo de compreensões sobre seu conceito, como é realizada, os resultados de suas ações em diferentes âmbitos, até os fatores que compõem as práticas alimentares e mudanças no âmbito familiar ou individual.


Neste contexto, sobre a aplicação de meios e técnicas do processo educativo e o desenvolvimento e avaliação de atividades educativas em nutrição, é correto afirmar que


A

para um bom planejamento em EAN, é importante conhecer como os sujeitos deste território estão estabelecidos. Assim, as ações intersetoriais podem ser estimuladas nos ambientes institucionais nos setores públicos da saúde e assistência social, não sendo permitidas parcerias com associações comunitárias e religiosas, uma vez que o Estado é laico.


B

como facilitador da aproximação entre sociedade e governo, são citados os Conselhos de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) e as Câmaras Interministeriais/Intersecretarias de SAN (CAISAN), das diversas esferas de governo, criados para organizar e monitorar as políticas públicas no contexto da segurança alimentar e nutricional.


C

embora o gestor tenha pleno conhecimento quanto ao funcionamento da administração pública, não é recomendado que o mesmo contribua com a busca de soluções contextualizadas à realidade local, no desenvolvimento das práticas e ações de EAN, uma vez que tal tarefa é restrita aos profissionais e graduandos em Nutrição, sob supervisão.


D

para o desenvolvimento das práticas educativas deve-se construir ações contextualizadas e articuladas com as necessidades das pessoas e do território, com o consentimento e envolvimento da comunidade, utilizando temas restritamente científicos e acadêmicos, que devem ser trabalhados com linguagem formal e técnica.


E

para o planejamento das ações educativas em nutrição, são recomendadas as seguintes estratégias de comunicação: manter contato visual, promover interação constante com os participantes, emitir tom de voz audível e linear. Deve-se preferir falas e textos longos, fomentando um diálogo centralizado no educador, cuja fala deve ser empática.