

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Considere uma pessoa idosa, 81 anos, sexo feminino, IMC 21,3 kg/m², circunferência da panturrilha 29 cm, redução de força da preensão palmar, sinais de constipação intestinal crônica, queixa de cansaço ao caminhar e perda de apetite nos últimos 3 meses. Além disso, alimentação pobre em carnes e laticínios e ingestão hídrica de 900 ml. Exames mostram a vitamina B12 em 230 pg/ml, sem anemia, mas com queixas leves de parestesia em mãos. Considerando os sinais clínicos apresentados, os princípios da dietoterapia geriátrica e as diretrizes nutricionais atuais, marque a alternativa CORRETA.
A reposição de vitamina B12 não deve ser indicada, já que os níveis estão dentro da faixa de normalidade laboratorial (>200 pg/mL) e os sintomas neurológicos são leves.
A ingestão de proteínas pode ser mantida nos valores mínimos recomendados para adultos (0,8 g/kg/dia), visto que a idosa apresenta IMC dentro da normalidade e não há diagnóstico formal de sarcopenia.
A idosa apresenta sinais sugestivos de risco nutricional e sarcopenia, sendo recomendada a adequação da ingestão proteica para 1,2–1,5 g/kg/dia, preferindo fontes de alto valor biológico e estímulo à atividade física adaptada.
A constipação intestinal deve ser manejada com redução da ingestão de fibras e líquidos para evitar desconfortos gastrointestinais típicos da idade avançada.
A redução da ingestão calórica deve ser estimulada para prevenir o ganho de peso e complicações metabólicas, visto que o IMC já se aproxima do sobrepeso para idosos.