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A formação da placa de ateroma na parede dos vasos sanguíneos, bem como suas consequências clínicas (infarto do miocárdio e Acidente Vascular Encefálico [AVE]) associam-se intimamente aos determinados fatores de risco cardiovascular, como hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia, obesidade entre outros. Hoje se sabe que diferentes padrões dietéticos modulam diferentes aspectos do processo aterosclerótico e risco cardiovasculares, como níveis lipídicos no plasma, resistência à insulina e metabolismo glicídico, pressão etc. Logo, o padrão alimentar interfere na chance de eventos ateroscleróticos. As repercussões da ingestão de gordura, no entanto, não se restringem ao metabolismo lipídico; o tipo de gordura ingerida pode influenciar também outros fatores de risco, como a resistência à insulina e a pressão arterial, além da importância dos carboidratos (CH) na gênese da doença cardiovascular que deve ser destacada.
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