Questões de Concurso sobre Doenças cardiovasculares

 
 
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No manejo dietético da hipertensão arterial sistêmica, o mineral cuja restrição alimentar constitui medida fundamental de controle clínico denomina-se:


A

Magnésio.


B

Potássio.


C

Fósforo.


D

Cálcio.


E

Sódio.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e diretrizes de prevenção recomendam, em casos de risco cardiovascular elevado, uma dieta com


A

aumento do consumo de gorduras saturadas e trans + pelo menos 15 g de fibras/dia.


B

redução de gorduras saturadas e trans, priorização de gorduras insaturadas com ingestão adequada de fibras (25 g/dia).


C

exclusão de fibras e aumento de proteínas de origem animal.


D

restrição severa de carboidratos independetemente da qualidade da gordura.


E

aumento indiscriminado do consumo de carboidratos simples.

A hipertensão arterial é uma condição multifatorial fortemente influenciada por fatores de estilo de vida, especialmente em indivíduos jovens com excesso de peso e hábitos alimentares inadequados. Nesse contexto, avalie o caso hipotético a seguir:


Homem, 27 anos, apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) de 37 kg/m² e média de pressão arterial domiciliar (MRPA) de 148/92 mmHg. Relata consumo de fast food quatro vezes por semana, uso de sal “rosa” à vontade, ingestão de 1 a 2 latas de energético por dia e baixa ingestão de frutas e verduras. O paciente manifesta o desejo de reduzir a pressão arterial apenas com medidas não medicamentosas. Qual a prescrição mais adequada?


A

DASH + sódio ≤ 2 g/dia (≈ 5 g de sal), K⁺ ≥ 3,5 g/dia via frutas/verduras/leguminosas/laticínios magros; moderar cafeína; considerar sal com K⁺, se sem Doença Renal Crônica (DRC)/hipercalemia.


B

Sódio 3 g/dia (≈ 7,5 g de sal) + manter sal rosa; evitar frutas pela carga de K; sem padrão alimentar definido.


C

Priorizar dieta cetogênica hiper-sódica para evitar hipotensão; manter energéticos (cafeína eleva NO).


D

Focar exclusivamente em perda de peso, sem metas para sódio/potássio; padrão alimentar livre.


E

Mediterrânea estrita com sódio livre, porque o azeite neutraliza o efeito hipertensivo do sódio.

Durante consulta de retorno, um usuário com hipertensão arterial sistêmica relatou melhora dos níveis pressóricos após início do tratamento medicamentoso e questionou a necessidade de manter mudanças no estilo de vida. A orientação mais adequada do nutricionista é:


A

As mudanças alimentares podem ser suspensas após estabilização inicial da pressão arterial.


B

O tratamento nutricional torna-se secundário após introdução da terapia medicamentosa.


C

As orientações alimentares devem ser mantidas apenas em indivíduos com lesão de órgão-alvo.


D

O tratamento não medicamentoso deve acompanhar o usuário de forma contínua, associado ao controle pressórico e à redução de complicações.

Os hipertensos devem controlar o consumo de sal. A quantidade de sódio recomendada é de 2 gramas por dia, que equivale à seguinte quantidade de sal de cozinha:


A

2,8 gramas


B

3,5 gramas


C

5 gramas


D

2,75 gramas

As modificações no estilo de vida constituem uma das principais estratégias para a prevenção e o tratamento da hipertensão arterial, sendo as intervenções alimentares fundamentais para o controle dos níveis pressóricos e para a redução do risco cardiovascular.


Com base nas recomendações nutricionais relacionadas ao manejo da hipertensão arterial sistêmica, assinale a alternativa correta.


A

A redução da ingestão de sódio para valores inferiores a 2 g por dia contribui para diminuir a retenção de líquidos e o volume plasmático, favorecendo a redução da pressão arterial. Além disso, o aumento da ingestão de potássio por meio da alimentação auxilia na vasodilatação e na excreção de sódio, potencializando o efeito anti-hipertensivo.


B

A redução do peso corporal promove apenas pequena diminuição da pressão arterial, enquanto a circunferência da cintura deve permanecer abaixo de 102 cm para homens e 88 cm para mulheres. A ingestão de sódio e potássio exerce pouca influência sobre os mecanismos responsáveis pelo controle da pressão arterial, sendo a alimentação importante apenas para o controle do peso.


C

A limitação do consumo de bebidas alcoólicas e cafeinadas apresenta pouca relevância clínica na redução da pressão arterial. Da mesma forma, intervenções relacionadas ao peso corporal, ao sódio e ao potássio tornam-se eficazes apenas em indivíduos com hipertensão em estágios avançados.


D

O sal de ervas apresenta menor quantidade de sódio quando comparado ao sal refinado. Da mesma forma, sais como o sal marinho possuem naturalmente menor teor de sódio que o sal de cozinha convencional.

De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão (2025), diversas intervenções não medicamentosas são sugeridas para a promoção da saúde, a prevenção e o controle da pressão arterial (PA). Estão entre elas, EXCETO:


A

Cessação do tabagismo.


B

Restrição na ingestão de sódio.


C

Restrição no consumo de potássio dietético.


D

Espiritualidade e religiosidade.


E

Dieta DASH.

No planejamento dietético para um paciente com hipertensão arterial, o nutricionista busca aumentar a ingestão de potássio alimentar, nutriente associado à modulação da pressão arterial. Assinale a alternativa que apresenta a principal fonte alimentar desse nutriente.


A

Queijo muçarela.


B

Peito de frango grelhado.


C

Pão francês.


D

Banana.


E

Óleo de soja.

A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (2025) introduziu atualizações importantes, como a ampliação da categoria de préhipertensão e a definição de metas de pressão arterial mais rigorosas. Considerando essas novas recomendações e o papel do nutricionista na Atenção Primária e especializada, analise as afirmações a seguir.


I- A Diretriz de 2025 define como meta terapêutica universal para indivíduos hipertensos o valor de ≤ 130/80 mmHg, independentemente da idade ou da presença de comorbidades, o que exige maior rigor no acompanhamento nutricional, sobretudo no controle de sódio e peso corporal.

II- Indivíduos com pressão arterial entre 120–139 mmHg (sistólica) ou 80–89 mmHg (diastólica) passam a ser classificados como pré-hipertensos, demandando intervenção prioritária do nutricionista para modificar fatores dietéticos antes da instalação da doença.

III- A Diretriz de 2025 estabelece que o nutricionista, no âmbito da Atenção Primária à Saúde, deve atuar na educação alimentar e nutricional, contribuindo para reduzir disparidades e implementar estratégias como dieta DASH e controle de adiposidade abdominal.

IV- A Diretriz 2025 recomenda que pacientes pré-hipertensos adotem uma dieta hiperproteica e hiperlipídica como primeira linha de intervenção, para melhorar a sensibilidade vascular e reduzir níveis pressóricos ao longo do tempo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:


A

II e IV.


B

I e II.


C

I, II e III.


D

II e III.


E

I, III e IV.

A insuficiência cardíaca (lC) é uma síndrome clínica complexa que transcende a mera disfunção cardíaca, sendo reconhecida como uma síndrome sistêmica com profundas implicações metabólicas, neurohumorais e inflamatórias. Pacientes com IC frequentemente enfrentam um quadro de desnutrição progressiva, podendo evoluir para caquexia cardíaca, um estado de perda de peso significativa associado a alterações fisiológicas que comprometem a ingestão e o aproveitamento de nutrientes. O Nutricionista desempenha um papel crucial na elaboração de um plano dietoterápico que vise não apenas fornecer energia e nutrientes adequados, mas também minimizar a perda de peso, recuperar o estado nutricional e evitar a sobrecarga cardíaca, considerando as particularidades de cada paciente. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir sobre a fisiopatologia e as recomendações nutricionais na IC:


I. A caquexia cardíaca é caracterizada por perda de peso de 5% ou mais em 12 meses ou IMC abaixo de 20 kg/m2, associada a critérios como diminuição da força muscular e sinais de inflamação.

II. A restrição de sodio na dieta de pacientes com IC deve ser rigorosa, com recomendação de menos de 2 gramas de sódio por dia para todos os casos, visando sempre a máxima redução da sobrecarga hídrica.

III. A hipocalemia, comum em pacientes com IC devido ao uso de diuréticos, pode ser manejada com o aumento do consumo de frutas, legumes e verduras, podendo ser necessária suplementação medicamentosa em alguns casos.

IV.A recomendação proteica para pacientes com IC pode variar de normo a hiperproteica, sendo que em casos de desnutrição avançada, pode-se chegar a 2 g de proteína/kg de peso/dia, ajustando-se para 0,8 g/kg/dia em caso de diminuição da função renal.


É CORRETO o que se afirma em:


A

I e II,apenas.


B

I, IIl e IV, apenas.


C

II e III, apenas.


D

IIl e IV, apenas.

A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) é um plano alimentar saudável desenvolvido para controlar e prevenir a pressão alta e o consumo de potássio através de alimentos como frutas, vegetais e legumes auxilia na tensão dos vasos e, consequentemente, beneficia, com a dieta, os portadores de hipertensão arterial. Sobre a ingestão de potássio dietético e padrões alimentares na modulação da pressão arterial, assinale a alternativa CORRETA.


A

O aumento do potássio não altera a Pressão Arterial (PA) quando a ingestão de sódio é elevada.


B

A meta usual de potássio é ≥ 3,5 g/dia, preferencialmente via alimentação (frutas, hortaliças, leguminosas, laticínios magros).


C

A dieta DASH eleva o consumo de sódio e colesterol, mas reduz magnésio e fibras.


D

O efeito pressorredutor da DASH em hipertensos é discreto, ≈ 1/1 mmHg.


E

Em Doença Renal Crônica (DRC), recomenda-se universalmente aumentar potássio para ≥ 3,5 g/dia.

A dieta mediterrânea é um estilo de alimentação baseado na culinária tradicional de países ao redor do Mar Mediterrâneo, que prioriza alimentos como frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, nozes, azeite e peixes, enquanto limita o consumo de carne vermelha, doces e alimentos processados. Sobre o papel da Dieta Mediterrânea na modulação da inflamação e da oxidação lipídica em pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, trombo e Acidente Vascular Cerebral (AVC), assinale a alternativa CORRETA.


A

A dieta Mediterrânea é hiperlipídica e contraindicada para pacientes com LDL elevado.


B

O padrão Mediterrâneo, rico em ácidos graxos monoinsaturados, aumenta a oxidação do LDL por estimular a lipoperoxidação.


C

O consumo habitual de azeite de oliva extra virgem e peixes ricos em ômega-3 reduz a expressão de moléculas pró-inflamatórias (IL-6, TNF- α) e e de adesão endotelial.


D

O consumo de oleaginosas e frutas secas eleva o colesterol total e o risco de formação de placa aterosclerótica.


E

A substituição de gorduras poli-insaturadas por saturadas é recomendada para manter o equilíbrio oxidativo vascular.

A Hipertensão é uma doença silenciosa que força o coração a trabalhar mais e pode levar a problemas sérios como acidente vascular cerebral (AVC), infarto, insuficiência renal e cardíaca. É sabido e conclusivo que existe uma forte relação do estilo de vida saudável e dieta como coadjuvante no tratamento da hipertensão. Sabendo disso, sobre o papel fisiológico do sódio para a hipertensão e as recomendações dietéticas para seu manejo, assinale a alternativa CORRETA.


A

“Sal rosa” e “sal marinho” têm menor teor de sódio que o sal de cozinha, devendo ser priorizados na prescrição.


B

Em hipertensos, reduzir 1,15 g/dia de sódio diminui a PAS/PAD, respectivamente, em 1,4/2,8 mmHg.


C

Em países de baixa e média renda, a principal fonte de sódio é a indústria de alimentos (70–80%).


D

Substitutos de sal com potássio não têm efeito sobre a pressão arterial e devem ser evitados em todos os hipertensos.


E

A recomendação de ingestão diária de sódio para hipertensos é ≤ 2 g/dia, o que corresponde a 5 g de sal/dia.

Em relação ao estado nutricional do paciente com Insuficiência Cardíaca, a caquexia cardíaca é definida por


A

aumento de 5% do peso em 1 mês.


B

perda de 5% do peso em 12 meses, associada à IC crônica.


C

IMC maior que 30kg/m² em qualquer situação.


D

ganho de massa magra com perda de gordura.


E

inapetência.

Um paciente de 68 anos de idade com insuficiência cardíaca avançada evoluiu com IMC de 19,5 kg/m², perda muscular evidente à avaliação física e albumina sérica de 3,1 g/dL, configurando quadro altamente sugestivo de caquexia cardíaca.


Considerando as recomendações das diretrizes de terapia nutricional na insuficiência cardíaca para manejo de desnutrição e perda de massa magra, assinale a alternativa que apresenta o aporte energético e proteico mais adequado para esse paciente.


A

20 kcal/kg + 0,8 g proteína/kg.


B

31–35 kcal/kg + 1,2–1,5 g proteína/kg.


C

Dieta cetogênica para otimizar corpos cetônicos.


D

Aumentar fibras para 50 g/dia.

Durante a elaboração de um plano alimentar para um grupo de hipertensos em atenção primária, o(a) nutricionista compara o impacto da dieta DASH com o da dieta Mediterrânea sobre a pressão arterial. Ambas são padrões alimentares saudáveis, mas apresentam características e efeitos distintos conforme a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE as características e os efeitos pressóricos diferenciados dessas duas dietas.


A

A dieta Mediterrânea reduz a PAS/PAD em 8,7/4,5 mmHg em pacientes hipertensos, sendo mais eficaz que a dieta DASH, que promove apenas redução modesta de 1,5/0,9 mmHg; ambas são recomendadas com igual grau de evidência.


B

A dieta DASH e a dieta Mediterrânea produzem efeitos equivalentes na redução da PA, com diminuição de 8,7/4,5 mmHg na PAS/PAD, pois ambas são ricas em potássio, cálcio, magnésio e fibras.


C

A dieta DASH é rica em potássio, cálcio, magnésio e fibras, com quantidades reduzidas de sódio, colesterol e gordura saturada, e reduz a PAS/PAD em 8,7/4,5 mmHg em pacientes hipertensos; a dieta Mediterrânea promove redução modesta de 1,5/0,9 mmHg da PAS/PAD.


D

A dieta DASH restringe o consumo de frutas oleaginosas e laticínios, priorizando cereais refinados e proteínas animais magras, e reduz a PAS em 8,7 mmHg; a combinação da DASH com restrição adicional de sódio não produz benefício adicional.


E

A dieta Mediterrânea é contraindicada para hipertensos com dislipidemia por ser rica em gordura total proveniente do azeite de oliva, que eleva o colesterol LDL; a DASH, por sua vez, é isenta em gorduras e indicada exclusivamente para controle da PA.

Um nutricionista que atua em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) conduz o acompanhamento de um grupo de pacientes hipertensos e revisa as metas de ingestão de sódio e potássio preconizadas pela Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025. Durante a consulta, um paciente questiona se pode substituir o sal de cozinha pelo sal rosa do Himalaia e outro pergunta sobre os substitutos do sal contendo potássio. Considerando as recomendações da diretriz, assinale a alternativa CORRETA.


A

O sal hipossódico não pode ser considerado um substituto do sal convencional, pois sua redução de sódio é inferior a 30% em relação ao sal de cozinha, sendo necessária outra estratégia para atingir a meta de 2 g/dia.


B

A meta de ingestão de sódio é de no máximo 2 g/dia; o sal rosa do Himalaia possui menor teor de sódio que o sal comum e pode ser recomendado como substituto; os substitutos do sal com potássio são seguros para todos os pacientes hipertensos.


C

A meta de ingestão de sódio é de no máximo 3 g/dia (equivalente a 7,5 g de sal de cozinha); o sal rosa do Himalaia e o sal marinho contêm menor quantidade de sódio que o sal refinado, sendo opções mais seguras para hipertensos.


D

A redução da ingestão de cada 1,15 g/dia de sódio reduz a PAS e a PAD em 1,4 e 2,8 mmHg, respectivamente, sendo o efeito mais pronunciado em jovens normotensos.


E

A meta de ingestão de sódio é de no máximo 2 g/dia (equivalente a 5 g de sal de cozinha); o sal rosa do Himalaia apresenta o mesmo teor de sódio que o sal comum e, portanto, não oferece vantagem; os substitutos do sal com potássio são contraindicados em pacientes com doença renal crônica pelo risco de hipercalemia.

A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) é uma estratégia dietoterápica para o controle da hipertensão arterial que se baseia em uma alimentação rica em frutas, hortaliças, laticínios com baixo teor de gordura e grãos integrais, e reduzida em gordura saturada, colesterol e sódio.


C

Certo


E

Errado

Considere um paciente de 62 anos de idade, HAS estágio 2, em uso de IECA + tiazídico + BCC, com pressão persistente de 158 mmHg x 96 mmHg, que refere consumo habitual de 8 g a 10 g de sal por dia. Seu potássio sérico é de 4,1 mEq/L.


Nesse caso, segundo as Diretrizes Brasileiras de Cardiologia da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a intervenção dietética com maior impacto esperado é


A

reduzir sódio para < 2 g/dia e aumentar potássio via alimentos in natura.


B

inserir suplementos de potássio em cápsulas diariamente.


C

reduzir carboidratos simples e aumentar proteínas.


D

aumentar cálcio via suplementação oral.

Um paciente de 72 anos de idade, portador de insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção reduzida (ICFER), foi internado por descompensação com edema de membros inferiores, ascite leve e BNP elevado. No momento da internação, encontrava-se em uso de furosemida IV e espironolactona. Os exames mostraram: Na⁺ = 132 mEq/L, K⁺ = 5,0 mEq/L, creatinina = 1,7 mg/dL. Além disso, o paciente referiu consumo habitual elevado de alimentos ultraprocessados e grande volume de líquidos.


Com base nesse caso clínico e nas diretrizes nutricionais da SBC e ESPEN para IC, qual é a orientação dietética prioritária para o cenário?


A

Aumentar os níveis de potássio por meio de frutas e água de coco para minimizar perdas causadas pela furosemida.


B

Manter consumo hídrico livre, pois a restrição pode piorar o estado nutricional global do paciente.


C

Restringir sódio (≤2 g/dia) e ajustar ingestão hídrica para 1,5 L/dia, além de educação alimentar focada na redução de ultraprocessados.


D

Aumentar carboidratos simples para garantir aporte energético em fase de catabolismo.

 
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