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Anemia é definida pela OMS como a condição na qual o conteúdo da hemoglobina no sangue está abaixo do normal, como resultado da carência de um ou mais nutrientes essenciais, podendo ser causada por inúmeros fatores, dentre os quais pode-se citar: deficiência nutricional de ferro, de zinco e de vitamina B12 (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2020). Sobre a anemia ferropriva, é CORRETO afirmar.
As causas mais comuns de anemia, em mulheres grávidas, são a anemia fisiológica da gravidez e a deficiência da vitamina B12 (cianocobalamina) e essas duas condições são os agentes causadores, na maioria das vezes, da baixa concentração de hemoglobina durante a gravidez.
O excessivo consumo de alimentos ricos em ácido fólico, durante a gestação, pode afetar o desenvolvimento do cérebro no recém-nascido, resultando em sequelas no desenvolvimento físico e mental, como diminuição da capacidade cognitiva, aprendizagem e alteração do estado emocional.
O tratamento da deficiência de ferro iniciado após o diagnóstico de anemia ferropriva pode ser tardio para evitar alguns resultados adversos, portanto há indicação de suplementação de ferro pré-concepcional até a 12.ª semana de gestação como prevenção de defeitos na formação do tubo neural fetal.
A deficiência de ferro no pós-parto atinge a relação mãe e filho, provocando fadiga em casos leves e, nos casos moderados ou graves, sono, falta de ar, apatia, mucosas descoradas, influenciando na produção e qualidade do leite e possibilitando baixo peso ao recém-nascido.
As gestantes com deficiência de ácido fólico e vitamina B12 podem apresentar a picamalácea, descrita como um dos sinais característicos da anemia ferropriva, que consiste em desvio de apetite para alimentos que não fazem parte da alimentação, como tijolo, terra, sabonete, giz etc.