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Sobre a Alimentação Cardioprotetora Brasileira, descrita no manual de orientações para os profissionais de saúde da atenção básica no documento do Ministério da Saúde de 2018, é correto afirmar:
Todos os portadores de doenças cardiovasculares podem se beneficiar das orientações, mas elas foram desenvolvidas especialmente com foco naqueles com insuficiência cardíaca e arritmias.
A orientação de dieta cardioprotetora se refere a um padrão alimentar composto por alimentos de baixa densidade energética, com antioxidantes e fibra alimentar, sem adição de açúcar refinado, colesterol, gordura saturada e sódio.
O manual permite que qualquer alimento, citado no documento ou não, seja classificado em grupos (verde, amarelo ou azul) pela densidade energética. Sendo assim, mesmo os ultraprocessados compõem a orientação de alimentação cardioprotetora.
As diretrizes foram elaboradas para pessoas que já sofreram um evento cardiovascular, bem como aquelas com fatores de risco cardiovascular relacionados à alimentação, como excesso de peso, dislipidemia e Diabetes Mellitus tipo 2.
As cores de cada grupo foram baseadas na bandeira do Brasil (verde, amarelo e azul), sendo os do grupo azul aqueles que devem ser consumidos em maior quantidade, por estarem no centro da nossa bandeira.