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K.G., 30 anos, com 16 semanas de gravidez, em consulta com a obstetra, reclamou que, no último mês, tem se sentindo muito enjoada, com episódios de vômito quase que diários, coceira intensa nas palmas das mãos e plantas dos pés, episódios de diarreia com fezes claras e dor abdominal no lado superior direito. A médica pediu exame de sangue de bilirrubina total e direta, enzimas hepáticas e níveis séricos de colesterol e triglicerídeos, além de ultrassonografia abdominal.
No retorno à obstetra, K.G. foi diagnosticada com colestase intra-hepática da gravidez. A obstetra então recomendou suplementação de vitamina A, D, E e K, ácido ursodesoxicólico e hidroxizina. Além disso, recomendou que buscasse um(a) nutricionista para ajuste da dieta.
Sobre o caso narrado, assinale a opção que indica, a orientação correta dada pelo(a) nutricionista.
Evitar frituras, ultraprocessados e fibras, devido à baixa produção de sais biliares.
Suspender a suplementação das vitaminas recomendadas pela médica e substituir pelo aumento do consumo de couve, abacate e brócolis.
Priorizar azeite de oliva nas preparações, pois seus triglicerídeos seriam absorvidos sem necessidade de bile, e reduzir o consumo de fibras para não agravar as náuseas.
Suspender a suplementação das vitaminas, pois, como a grávida está com baixa produção de sais biliares, a suplementação com vitaminas lipofílicas pode piorar o quadro de esteatorreia.
Usar óleo de coco na preparação dos alimentos, pois os triglicerídeos desse óleo são absorvidos independentemente da emulsificação pela bile, e aumentar o consumo de fibras para melhorar o trânsito intestinal.