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A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo por seis meses e, de forma complementar, até os dois anos ou mais. Considerando as diretrizes atuais sobre o manejo clínico da lactação, assinale a opção que apresenta a orientação correta a ser dada à lactante.
A ingestão hídrica da mãe deve ser rigorosamente controlada e aumentada para pelo menos 5 litros de água por dia, pois esse é o fator determinante para o volume de produção de leite.
A ocorrência de mastite (inflamação da mama) contraindica absolutamente a amamentação na mama afetada, sendo necessário o uso de fórmula infantil até a resolução completa do quadro.
O uso de qualquer medicamento pela mãe, mesmo os de uso comum como analgésicos, exige a interrupção imediata e definitiva da amamentação devido ao alto risco de toxicidade para o bebê.
A suplementação de vitamina D para o lactente em aleitamento materno exclusivo é desnecessária, pois o leite materno já fornece quantidades suficientes desse nutriente para garantir a saúde óssea.
O leite materno contém fatores bioativos essenciais, como a imunoglobulina A secretora (IgA), que conferem proteção imunológica passiva ao lactente, protegendo-o contra infecções comuns na infância.