Imagem de fundo

A terapêutica nutricional em diálise exige conciliar...

A terapêutica nutricional em diálise exige conciliar catabolismo, perdas dialíticas e risco cardiovascular-mineral. Considere:


I. Em hemodiálise convencional, perdas de AA e inflamação justificam 1,0–1,2 g/kg/dia de proteína de alto valor biológico; na diálise peritoneal contínua, valores próximos de 1,2–1,3 g/kg/dia tendem a ser necessários.

II. A meta energética usual situa-se em ~30–35 kcal/kg/dia em pacientes não frágeis, ajustando-se para 25–30 kcal/kg/dia em obesidade e menor mobilidade, visando evitar sobrecarga.

III. Manejo de fósforo prioriza restrição dietética, escolha por menor biodisponibilidade e quelantes, não suplementação de rotina; potássio requer ajuste conforme modalidade e laboratório.

IV. Reposição de vitamina D ativa integra o controle do hiperparatireoidismo secundário em DRC avançada, mas é contraindicada na presença de fosfato persistentemente baixo.


Assinale a alternativa correta:


A

I, II e III apenas.


B

I, III e IV apenas.


C

II, III e IV apenas.


D

I, II, III e IV.


E

I e IV apenas.