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A nanotecnologia aplicada à ciência de alimentos tem ampliado as possibilidades de veiculação de nutrientes e compostos bioativos por meio de nanocarreadores, como nanopartículas lipídicas sólidas, nanoemulsões e polímeros biodegradáveis. Contudo, essa estratégia suscita debates acerca da estabilidade funcional, da interação com a matriz alimentar, da biodisponibilidade em diferentes perfis fisiológicos e dos potenciais riscos de toxicidade e bioacumulação, aspectos ainda em avaliação regulatória segundo Weiss et al. (2022). À luz dessa discussão, assinale a alternativa que reflete com maior rigor o estado atual do conhecimento científico.
As normas internacionais sobre nanonutrientes são consolidadas, havendo consensos metodológicos e éticos unificados entre países.
O uso de nanocarreadores garante absorção uniforme e previsível, independentemente da interação com a matriz alimentar ou microbiota.
A nanotecnologia aplicada a alimentos representa risco apenas teórico, sem demonstrações experimentais de toxicidade em modelos animais ou humanos.
O encapsulamento em nanopartículas lipídicas sólidas aumenta estabilidade e biodisponibilidade de bioativos, mas persiste incerteza quanto à toxicidade crônica e bioacumulação.
O encapsulamento em nanopartículas impede degradação gastrointestinal e causa acúmulo sistêmico inevitável.