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Diferentes doenças renais apresentam implicações nutricionais específicas, que exigem condutas individualizadas. Considerando a fisiopatologia e a dietoterapia, assinale a alternativa correta.
Na litiase renal por oxalato de cálcio, a exclusão total de alimentos ricos em cálcio é indicada, já que o mineral aumenta o risco de formação de cálculos.
Na síndrome nefrótica, a restrição proteica severa é necessária para reduzir a perda urinária de proteínas e preservar a função renal residual.
Na lesão renal aguda, o aporte de proteínas deve permanecer em torno de 0,6 g/kg/dia, mesmo em pacientes críticos em terapia dialítica, para evitar catabolismo excessivo.
Na doença renal crônica, a retenção de fósforo é um problema frequente, sendo necessária restrição dietética e, muitas vezes, o uso de quelantes para controlar a hiperfosfatemia.
Na nefrolitiase por ácido úrico, a recomendação principal é aumentar a ingestão de proteínas animais, pois contribuem para alcalinizar a urina e reduzir a formação de cristais.