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A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) induz...

A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) induz a um estado hipermetabólico caracterizado por resistência insulínica, aumento da gliconeogênese, oxidação proteica exacerbada e balanço nitrogenado negativo. As diretrizes da ESPEN (2019) reforçam que a terapia nutricional deve ser iniciada precocemente, preferindo-se a via enteral quando possível, com aporte calórico progressivo e proteína suficiente para mitigar catabolismo. Ainda assim, persistem controvérsias sobre composição, timing e tipo de substrato energético. Considerando esse corpo de evidências, qual estratégia representa a conduta inicial mais consistente para atenuar o hipermetabolismo em pacientes críticos?


A

Iniciar nutrição parenteral hiperlipídica exclusiva, reduzir carboidratos, minimizar estresse oxidativo, adiar enteral até estabilidade hemodinâmica.


B

Administrar nutrição enteral precoce hipoproteica, restrita em calorias, priorizando segurança metabólica em detrimento da preservação de massa muscular.


C

Introduzir dieta enteral precoce, normocalórica, com aporte proteico adequado, ajustando gradualmente energia conforme tolerância clínica inicial.


D

Implementar restrição severa de carboidratos endovenosos, prevenir disfunção mitocondrial, manter glicose mínima, retardar introdução calórica progressiva.


E

Oferecer apenas micronutrientes antioxidantes isolados, sem aporte calórico adequado, como forma inicial de modular resposta inflamatória sistêmica.