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(PMM/URCA 2025) Uma criança de 10 anos, vítima de politrauma com Traumatismo Cranioencefálico (TCE), está sedada e intubada, impossibilitada de se alimentar por via oral, porém com o trato gastrointestinal funcionante. A equipe opta pela introdução de Terapia Nutricional Enteral (TNE) em vez da Parenteral (TNP). A principal justificativa para essa escolha é que a TNE:
Tem um custo invariavelmente mais baixo, sendo este o principal fator na decisão clínica.
Preserva a integridade e a função da barreira intestinal, diminuindo o risco de translocação bacteriana e sepse, o que é crucial em pacientes críticos.
Possui menor risco de complicações mecânicas, como obstrução da sonda.
Não requer monitoramento bioquímico, simplificando o cuidado da criança.
Fornece um aporte calórico sempre superior ao da TNP.