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A inflamação crônica de baixo grau está associada ao desenvolvimento de várias doenças crônicas, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e obesidade. Os exames bioquímicos são fundamentais para monitorar marcadores inflamatórios e o estado metabólico, enquanto nutrientes específicos desempenham um papel importante na modulação da inflamação. Com base nesses conceitos, assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre inflamação, exames bioquímicos e nutrientes moduladores.
A dosagem de proteína C-reativa (PCR) e de interleucina-6 (IL-6) são marcadores sensíveis da inflamação crônica, enquanto ácidos graxos ômega-3 ajudam a reduzir a inflamação, modulando a produção de eicosanoides pró-inflamatórios.
A ferritina sérica é um marcador específico de inflamação em doenças crônicas, e seu controle pode ser feito efetivamente pela redução do consumo de ferro dietético.
O ácido úrico é um marcador inflamatório específico, e seu controle está diretamente associado ao aumento do consumo de gorduras saturadas e carboidratos simples.
A suplementação de vitamina D reduz os níveis de marcadores inflamatórios como a proteína C-reativa, mas os exames bioquímicos relacionados à inflamação crônica raramente são úteis para acompanhar a eficácia da modulação nutricional.